segunda-feira, março 23, 2009

Sobre jogos, shows e contos

Neste domingão, dia da preguiça, fui junto a amigos assistir ao jogo do poderoso Villa Nova contra o time do Atlético Mineiro. E como proposto fui disfarçado de atleticano, já que eu não tinha a minima vontade de suicidar. O jogo em si teve apenas a falha do placar injusto que deu a vitória ao time do galo, mas não é sobre o jogo em si que quero falar , e sim sobre o Mineirão. Primeiro lugar no show do Iron, pude ver a torcida cruzeirense entrar no campo, e comparada a grande massa atleticana que vi neste domingo posso dizer não era nada. É realmente impressionante a torcida atleticana que merece todo meu respeito. Uma enorme massa unida para torcer pelo seu time, em uma festa animadissima. Pretendo voltar la em algum jogo que não seja contra o meu time, o magnifico leão do bonfim, que por sinal, lutou com raça mesmo perdendo, e ficou claro que o que falta ao time é sim investimento, garra o leão tem. Quanto ao galo, so a torcida já me deixou animado e com a vontade de um próximo jogo. É impossível descrever como é estar em um mineirão lotado, tremendo com o peso dos torcedores, e toda a agitação. E depois fui ao show na praça da liberdade do compositor/pianista/violinista Gabriel Guedes, filho do ilustre Beto Guedes, e neto de Godofredo Guedes que por sinal era o homenageado do show. Bom o show em si foi maravilhoso. Excelente músico esse garoto de cabelos grandes, vestido como membro do slipknot sem a máscara. E com excelentes convidados, o pai é claro, Toninho Horta, Paulinho Pedra Azul, Marina Machado (que cantou de forma maravilhosa uma música composta por ele para sua segunda filha, para a primeira filha ele mesmo cantou a música). E que variação, chorinho, samba, mpb em geral, música classica (Beethoven - Moonlight sonata nessa hora confesso quase chorei, é uma das peças de Beethoven que mais gosto). O que me levou a pensar, neste nosso país a música inteligente virou marginal. O que as pessoas querem são músicas sem inteligência alguma, que em geral desvalorizam a mulher, são machistas, e sem nenhum conteúdo. É uma vergonha, que músicas as quais podem realmente acrescentar algo, como uma boa idéia, ou um sentimento gostoso, são rejeitadas pela grande maioria. Mas enfim gostei muito do domingo, espero repetir tanto o bom jogo, quanto a boa música. Agora vou abrir espaço de novo para contos (to treinando), dois hoje, o primeiro bem romântico, o segundo também , mas no segundo pretendo fazer uma surpresa ao fim. Espero que gostem.


Romantismo


Era um casal como esses de hoje moderno, haviam a pouco decidido a morarem juntos, e viviam tranquilamente suas vidas, talvez deva dizer, não era para eles um teste, era de fato amor que os unia e ali juntos se amavam. E deu - se então o dia em que completaram um ano de vida a dois. E ele gostaria de fazer a ela uma surpresa, desejava isso por que a amava, mas também por que queria e sabia da importância de criarem memórias. Decidiu então sair do trabalho mais cedo, e surpreende-la em casa. Depois de planejar os detalhes com antecedência dedicou-se a realiza-los. Pediu ao chefe a licença e obteve. Preparou a casa com esmero, deixou tudo perfeito em seus devidos lugares. Espalhou pela sala aonde jantavam, velas. Foi então preparar um jantar que a tempos sem que ela soubesse, vinha aprendendo como fazer. Deixou liquidos , destes que colocamos para esquentar e odorizar a casa, espalhados pelos comôdos, escolheu no computador músicas românticas de que ambos gostavam. No quarto espalhou rosas artificiais pela cama. E quando deu-se o tempo dela chegar, acendeu as velas. E foi lhe abrir a porta com rosas na mão. E quando ela lhe perguntou para que tudo aquilo, ele lhe disse que nada o que ele pudesse fazer seria suficiente para mostrar todo seu amor. E enquanto ela observava tudo admirada, ele a levou pelas mãos a cadeira da sala em que jantavam, a deixou sentar e lhe mostrou o jantar. E enquanto ela sorria, evitando as lágrimas, ele colocou o cd com as músicas que tanto gostavam e combinava com o ambiente. E depois de comerem, sem que ela ainda tivesse absorvido a tudo aquilo, ele a levantou delicadamente. E em pé juntos encostou o corpo dele nela. E a fez dançar ao som de uma música, em inglês, que nos ouvidos dela ele sussurrava traduzindo a ela (mesmo que ela já soubesse a tradução). Ele lhe cantava em sussurros: "Algum dia, quando eu estiver terrivelmente chateado, Quando o mundo estiver frio, Eu me sentirei bem só de pensar em você, E como você está essa noite, Você é adorável, com seu sorriso tão aconchegante, E suas bochechas tão macias
Não existe nada para mim além de amar você, E como você está essa noite, A cada palavra, sua ternura cresce, Levando meus medos embora, E aquela risada que enruga seu nariz, Toca meu coração bobo, Sim, você é adorável, nunca, jamais mude, Mantenha esse charme que me tira fôlego, Você não irá, por favor, arranjar isso? Pois eu te amo, Exatamente como você está essa noite." E assim com os corpos juntos ele lhe beijou, e sem pensar muito a carregou levando ao quarto. E então ela viu as rosas espalhadas, e não mais aguentando começou a chorar. Enquanto ele gentilmente a deitada na cama, ele foi lhe beijando. Deixando suas lágrimas secarem com seu toco. Calmamente ele lhe despiu, se despiu. Beijou todo seu corpo, sentiu seus arrepios, seu desejo, nele mesmo e nela, refletidos um ao outro. Tocava-lhe os seios, enquanto a penetrava. Gemiam juntos. Sentiam juntos. E juntos se amaram. E quando por fim, exaustos, não aguentavam mais, dormiram. Dormiram abraçados um ao outro. E como diria na música de Chico Buarque - Valsinha: "E o mundo compreendeu, e o dia amanheceu em paz"

Este conto é dedicado a Kamila, que ao conversar comigo no msn, me inspirou, e fez com que surgissem as idéias acima. A música sussurrada é de Frank Sinatra - The way you look tonight, que vou adicionar aqui, mas em outra versão que prefiro. Prometi dois contos, mas o segundo vai ter que esperar. E espero que tenham gostado. Abraços a todos.

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Now playing: Rod Stewart - The Way You Look Tonight
via FoxyTunes

terça-feira, março 17, 2009

Paisagens da janela

Dia chuvoso, bonito como só a natureza pode ser. Dia que corre como a paisagem passa pela janela do ônibus, trazendo as lembranças de um tempo de outrora. Um tempo aquele, que de criança trazia o sorriso das travessuras realizadas ao céu aberto, com a chuva a cair... Tempo que se foi junto aos pulos dados em poças d'água, de saltos felizes em brincadeiras de moleques. Vida de criança com sua única preocupação de viver... E a chuva de criança, repentinamente cessou. Tornou - se chuva de adolescente. Rebelde, cabelos longos ao vento. Brincos espalhados pela face. Nas orelhas. E a chuva ali, sempre presente. Molhando a apaixonados namorados que se beijam afobados. Perseguindo amigos que acabaram de comprar os cds a tanto almejados. Chuva que perdeu sua inocência. Que já não que so mais viver. A própria vida esta já quer muito mais. Quer amar, e quando ama, quer parar de sofrer. Quer tudo e nada tem. É a chuva rápida, afobada, despreocupada. Chuva que também se foi. Junto com a adolêscencia. E a chuva para? Não.. Segue com o tempo, um tempo agora que se faz adulto. Um tempo em que sorrir não basta. Agora neste tempo, o ter que importa. Ter para as contas que se acumulam nas gavetas. Ter alguém do lado, para espantar as noites mal dormidas. Ter aonde, para compartilhar com as pessoas de quem se importa, um local que chame lar. Toda despreocupação da infância inexiste levada pela chuva. E então a chuva... Ela segue seu rumo, por destinos desconhecidos, rotas alteradas de uma vida ainda por ser. E eu? Espero te encontrar na chuva que o futuro trará...


Texto literalmente escrito dentro do bus. Pessoa que se acha escritor é foda.

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Now playing: Faixa 11
via FoxyTunes

segunda-feira, março 16, 2009

Asylum - The longest post

Refletindo

Para variar depois de um tempo sem escrever, tenho que atualizar um sem número de informações e seguindo minha linha de raciocinio , na qual tenho que escrever um conto por post para treinar, pretendo ao fim das atualizações e reflexões, deixar uma nova história, o problema é que depois de horas perdidas de sono, cafés e rapés, e uma imaginação fértil, cheguei ao limite. Assim sendo acredito que este deva ser o post mais longo que jamais quis escrever, talvez um tanto quanto confuso pela variedade dos assuntos, e com o conto mais cabuloso do momento. E chega de enrolação, direto ao ponto, primeira reflexão, como não podia deixar de ser : O carnaval. Eu sei que tudo tem seu apogeu, e que inevitavelmente as mudanças ocorrem, mas fico triste com o fato, de que no país do carnaval (e do futebol), a nova tendência é a de desestruturar e lentamente acabar com este evento social. Muitas pessoas me disseram, que é certo tornar o carnaval algo mais limitado, e eventualmente mais sutil. Evita -se bagunça , confusões, e outras coisas mais. Até entendo quem fala isto, mas o detalhe é, o carnaval sempre foi uma festa de dois lados, para aqueles que gostam, é cair na farra, é esquecer limites, curtir, festejar, sem pecado e sem medo, afinal a festa é pagã. E aqueles que não gostam , geralmente viajam, aproveitam o feriado para descansar, sitios, fazendas, praias mais isoladas, opção nesse país grande é o que não falta. Mas o que vem acontecendo é justamente uma verdadeira falta de respeito, aonde não de da mais ao povo as duas opções, o que se ve é exatamente uma ruptura com a festa, e uma diminuição de tudo, de blocos, de trios, do próprio carnaval. E por que não dizer? Sacanagem, e não das boas esta. Se não gosta do carnaval, fica em casa descansando, mas não acabe com a festa dos outros. E no país do futebol (e do carnaval), não é so com a festa que acabam, o futebol também passa a ser desvalorizado. A quem diga, que um time como o Villa Nova, nunca ganha nada mesmo, mas dai para uma total falta de investimento e interesse dos dirigentes, que não posso provar, mas digo assim mesmo, devem é estar desviando verbas, o time do Villa passa talvez por sua pior fase em anos. Que não ganhe, mas ao menos deixem que o time tente, que se pague aos jogadores, que se invista em contratações. Do jeito que as coisas andam, não vai sobrar tradição alguma, e a nossa cultura cada vez mais perde seu lugar. Qual o próximo passo? Proibir churrascos? Eu não sei muito bem o que se passa nos dias de hoje, mas as pessoas estão achando que envelhecer é deixar de viver, e aproveitar a vida. É ficar em casa, sem fazer nada, so vendo Tv, e aberta ainda por cima, com seus programas de domingo que acabam com a capacidade intelectual de qualquer pessoa. Como o carnaval, como o futebol, se não gosta, não faça, mas não impeça aqueles que gostam de se divertirem. E como na vida tem coisas boas, aqui vão as boas novas do momento. Apesar de certos politicos querendo acabar com a liberdade na internet, cada vez mais os usuários se unem, e fazem daqui um espaço aberto a novas idéias, linguagens, culturas. E meu primeiro dever falando da internet, é expressar o meu apoio o lengendastv. fecharam um dos melhores sites de legenda, mas como o apoio dos usuários, novos, sites são criados, novas legendas. E aqueles que como eu gostam de baixar filmes, e não por que são pirateadores, mas sim, pelo fato, de que se nos limitarmos, ao que o cinema, e as locadoras tem a oferecer, so assistimos blockbusters norte - americanos, enlatados e todos iguais. E o melhor do cinema ta bem longe dessa região. Tem muito filme bom , feito fora de la. É so procurar, e ai vai uma dica que falo com todos. Vai no tio google, por que ele sabe tudo, e digita FARRA. Fórum de agrupamento dos revolucionários da rapadura açucarada. Parece zoeira, mas não é. Tem muito arquivo gratuito la, e é so se cadastrar! Otimo fórum, otimo trabalho do pessoal do site. Cultura, liberdade e diversidade para todos!! E nisso tenho que falar, da psico-girl, que recentemente conheci, pelo advento do msn (não te disse que ia ser tema de post?). Quando eu penso que em um mundo tão grande, as pessoas estão cada vez mais massificadas, cada vez mais iguais, e se pelo menos fossem iguais com inteligência, mas não iguais, a cópias da televisão aberta em que insistem em assistir, pois é quando penso nisso, tiro a sorte grande, e por meio de amigo e do msn, encontro uma peróla rara , uma pessoa única e interessante para conversar. A começar, embora não conheça tanto assim, esta pessoa, já vi uma coisa que me agrada. Para quem esta procurando se encontrar na confusão de seu pensamento, é uma mulher com uma autonomia de ser fantástica. Na contramão da moda, e da maldita tv aberta, que não canso de insultar, se faz pessoa como quer, não necessita da aprovação do outro para ser. Isso é tão bom. Nós somos seres sociais, mas temos dentro uma individualidade, que faz com que cada um seja único, por isso não precisamos nem devemos nos limitar a imitar como macacos o que vemos na telinha. E nisto (um abraço ai Bárbara), é sempre bom encontrar uma pessoa como a psico-girl, que vive a diversidade. Somos todos loucos, pra que fingir normalidade? E eu tenho certeza, que por postar meus elogios, vai chover critica negativa em cima da minha pessoa. Acho que tenho que comprar uma passagem para lua, so por garantia. E agora , ta na na nan (musiquinha de suspense)... Vamos a mais um conto, so não tenho a minima idéia sobre o que. Enquanto penso um titulo, para ver se deslancha uma idéia, vou fazendo um cafézinho.

O amador

Era um homem como outro qualquer, não tinha traços que poderiam se destacar na multidão, não era rico, nem se quer sabia demais. Mas algo neste homem o destacava, apenas para quem pudesse deixar de lado o vazio superficial, e puder olhar não o seu lado externo, mas o que se passa na alma dele. Alma de amador. Alma que não mais se encontra por ai. Amava, mas amava não apenas o obvio. Amava as pequenas e as grandes coisas. Quando acordava não pensava em simplesmente agir por impulso. Não senhores e senhoritas. Este homem, ao acordar pensava. E pensava em como era bom estar vivo. Pensava em como é bom admirar o nascer do dia. Essa coisinha simples que as pessoas não fazem mais. Amava o dia, não por ser dia, mas por nele poder estar, poder respirar, viver sorrir. Amava sorrir, não por pretensa falsidade, mas por encontrar seu sorriso refletido no rosto de outros. Amava, e sim como amava, poder ouvir uma boa música, uma música que não tinha estilo, por que acompanhava seu humor. Amava os bate papos informais do dia a dia. Amava até mesmo amar. E quando a noite caia, amava pensar, coisa tão boba que as pessoas já não querem mais. E pensava, pensava nas pessoas que conheceu, nas noites que varou, na vida que tinha. Mas coitado, se por um lado seu amor se destacava, permitia a ele apreciar ao mundo, o seu amor também o isolava. Poucos eram os seus amigos. Por que apesar de amar, as pessoas não eram como ele, tentavam muda-lo. Tentavam fazer com que ele seguisse o que não era dele, mas que era o que esperavam dele. E seus poucos amigos eram aqueles poucos que entendiam, que amizade é aceitar as diferenças de cada um. Era sozinho, não por que queria, mas por que para este amador, escolher alguém para amar, não é simplesmente levar para a cama a uma pessoa. E nem se quer é estar com a pessoa por medo da solidão. Para ele amar, era querer a pessoa ao seu lado, para rir e chorar. Para se irritar, mas também perdoar. É se entregar, é aceitar as diferenças. E eis então que em um dia, que para ele era belo, apesar do que lhe diziam afirmando o contrário. Era um dia belo, de chuva, não aquelas torrencias. Uma chuvinha fina, que veio junta ao calor. Neste dia, um sábado qualquer, o amador saiu. Não levou guarda - chuva. Gostava de sentir aos pingos em seu rosto, em seu corpo. Ele saiu de sua casa, para passear, quem sabe, comprar um lanche, observar o dia que amava. Encontrou no caminho alguns conhecidos, amigos são poucos. Sorriu seu melhor sorriso. Caminhava sem rumo, mas decidido. Conversava bate papos informais, com quem estivesse disposto a falar. Pensou, que deveria ir a uma área próxima, um parque admirar a natureza, sentir o cheiro da grama molhada. Pensar um pouco sobre si, quem sabe até mesmo se encontrar na perdição da sua mente, por que não? Caminhou, foi fazer aquilo que tinha proposto. Mas acostumado a solidão, assustou-se quando viu sentada em um canto do parque, uma mulher. Mulher esta comum, sem traços lindos, ou inteligência exarcebada. Ele não entendeu a principio, o estranho sorriso da mulher. Ela sorria para si, sorria admirando a chuva fina cair. Seus longos cabelos molhados , estavam movendo ao vento que acompanhava a chuva. E o amador pensou, pensou que lhe tinham dito que toda mulher temia a chuva, temia dessarrumar o cabelo. O amador pensou que algo de estranho aquela mulher ali sentada tinha. Afinal, o que estava ela fazendo em um parque em um dia de chuva. Mas o amador também pensou que se ele próprio ali estava, e fazendo algo que era tachado como loucura, porque não dar crédito aquela mulher, e tentar uma conversa. Sentou -se ao seu lado, puxou um papo com um sorriso meio torto. E descobriu que ela era também uma amadora. Amava sobre todas as coisas ao amor. Sentia necessidade de pensar. Sentia desejo de amar. O amador, convidou neste dia a amadora, para sairem, tomarem um café em um lugar mais apropriado. E caminhando ambos se pegavam a sorrir. Aquele sorriso que sabiam refletido um ao outro. Admiravam a paisagem do caminho, mas sabiam que mais importante de tudo, nascia ali um sentimento. Não eram bobos a ponto de pensar que já sabiam tudo um do outro. Nem se quer sabiam aonde aquele caminho da vida podia levar. Mas como amadores, sabiam que o caminho é mais importante que o destino. E pouco a pouco, assim devagarzinho foram se conhecendo. Um novo mundo se abriu a ambos. Um mundo que deixava de lado a solidão, para construir a relação. A relação que levam hoje juntos. Suas diversidades juntas , completando um ao outro. E para aqueles que os encontram na rua , para um bate papo informal, a esperança toma lugar, o sorriso dos dois, o beijo trocado, o cumplice olhar, deixam ao observador com a certeza de que o mundo, apesar de todas as injustiças, pode ser sim belo.


Pós - scriptum

Bom fui ler um texto de um cronista que fala do uso do P.S nos dias atuais, não resisti e estou aqui mandando um P.S básico. Sei que o conto de hoje não é dos melhores, mas espero que no geral tenham se divertido, e pensado nas reflexões ai de cima, quem quer pular etapas o post ta multi colorido , o que deixa mais fácil de achar os assuntos de hoje. No mais, abraços a todos, e um recado que se lido a tempo pode ser útil, caso contrário vale como piada. Prepara o café ai para mim na quarta hein senhorita Bárbara? Já marquei a visita na agenda. Até o próximo post pessoal. Os erros de português é por preguiça de analisar palavra por palavra.