Bom, algumas pessoas leêm a este blog, e se indagam se as histórias aqui presentes são reais, se tudo aconteceu ou se eu que escrevo ficção barata. Podem acreditar, tudo relatado aconteceu. Minhas obras fictícias, possuem uma dramaticidade maior. Imaginação é a idéia de Molusko, O argentino e Armando de fazerem filmes "z", por que nem B dá para acreditar que vá ficar. Ainda mais com o elenco composto pelos frequentadores do Hard Rock Cachaça. Mas é incrível, como a realidade muitas vezes soa mais falsa que a ficção. Pegando um fato meu, no camping rock deste ano, joguei futebol americano, de cueca, e chinelos de motel, mais nenhum outro traje, (passei metade do camping rock ou mais assim). Eu não acreditei quando me falaram, jurava que não tinha jogado futebol americano. Só que as pessoas que me diziam eram desconhecidos e que me viram fazer isto. E não foi apenas um que comentou, foram vários. E para relembrar, houve, em tempos imemoriais, quem subisse ao Cruzeiro com frequência, para se embriagar, e usar entorpecentes. Nesta época, fatos e frases marcantes provocaram impacto nas pobres mentes inocentes, eu me lembro, de Diou discutindo com DumDum, sobre relações amorosas, e em um momento de "genialidade" para exemplificar a sua tese, Diou diz : "que o amor pode ocorrer de várias maneiras, se eu quiser prender Tomé ao pé da minha cama, posso fazer isso por amor". Olhei para ele pedi que me poupasse de detalhes sórdidos, mas não adiantou, insistiu nessa idéia estúpida. Assim, como de frases, marcante foi a de Fred, depois da minha fala: "tudo o que está sobre a mesa é para ser comido", e ele me solta : "mas e se eu for um vasinho de flor?". Desisti de argumentar na hora, e comecei a rir. Do cruzeiro, até as voltas a infância foram boas. Depois de ter viajado, no colo da Angel, e ela arrumando meu cabelo, (saudades), começa a esfriar, ela da a deixa, de brincarmos de pega pega para aquecer. Bom ai me vai Jãozinho correndo, fugindo de Diou, não vê o barranco e cai com a cara no chão. Diou, não vê Jãozinho despencar do barranco, e segue atrás caindo. E eu me achando muito esperto, sigo correndo atrás de Diou, para evitar que ele me pegasse, corre tanto, que tambêm não vi Diou cair, e fui atrás. Três corpos estendidos barranco abaixo. Era muita loucura. E os passeios? Saiamos daqui, da Boa Vista e íamos a pé para o parque das Mangabeiras. Bom demais. O que me lembrou de outro fato, mas ai deixa para o próximo post.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário