quarta-feira, janeiro 28, 2009

Peixinho dourado

O dia que te conheci, me lembro bem, caminhava em direção ao mercado, ia comprar alguma coisa que já me esqueci, encontrar uns amigos, tomar uma cerveja. Foi quando olhei de lado, te vi, toda mulher , toda linda, toda triste. Pensei em seguir caminho, mas ao ver suas lágrimas, algo tocou em mim, resolvi parar. Caminhei até você, sentada em seu canto a chorar. Perguntei se queria ajuda, nada disse, falei muitas bobagens, agora sei, e afinal em uma delas olhou para mim. Perguntei seu nome, disse-me o seu, levantou-se, e juntos nos pusemos a caminhar. Sentindo você pouco a vontade, peguei a falar da vida, de quem era, para aonde ia, e quando por fim conseguiu, me contou suas tristezas, chorou em meus ombros, e agradeceu. Lembrei então de uma história que havia lido, em que falava que deviamos ser como os peixes dourados, pois estes se adaptam a quase todos ambientes, vivem por um longo período, e apesar de algumas pessoas os criticarem por so lembrarem de algo por três segundos, isto é o que os torna especiais, pois assim não sentem falta ou culpa pelo passado, e so se dedicam ao presente. Você sorriu, não acreditou, mas aceitou meu convite para irmos comprar um peixinho dourado para que você cuidasse. Compramos, rimos, o dia não parecia ter fim, e quando enfim anoiteceu, me disse que não queria ir para casa, que não podia ficar sozinha, não aguentaria a noite assim. Convidei você a minha casa, relutante você foi. E neste dia dormimos, simples assim dormimos. Próximos um ao outro, ouvindo nossas respirações dormimos. Ao acordar, me surpreendeu a te olhar, tão linda, tão única, e com um sorriso, me deu bom dia e me beijou. E como foi bom, este primeiro momento, nossos corpos se tocando, agora com desejo, minha boca na sua. E com a calma dos amantes, fomos juntos ao banho, nos amando, nos tocando. Minha boca conheceu todo o seu corpo, a sua ao meu. Toques sutis, toques desejosos. Seus seios em mim. Meu sexo em você. O tempo passou, aprendemos a nos amar. Você mudou para minha casa. Vi você se tornar de novo uma pessoa feliz. Fizemos planos, desejamos mais. O mundo a nossa volta não existia se não para nós dois. Pensamos em nos mudar, em quem sabe, ter uma casa maior, e no futuro, termos um filho, ou uma filha que culminasse ao nosso amor. Cuidamos, de nosso peixinho dourado, e sempre que o víamos, lembravamos do ínicio. No meu amor sonhador, lhe fiz juras promessas, cobri tua cama em rosas seu aniversário, deitei-me com você sobre elas, e nos amamos loucamente. Para mim so havia você, e com você a vida seguia. E então, sem motivo sem razão, você adoeceu. Nenhum médico conseguiu lhe ajudar, e a morte assim sem mais, levou você de mim. Meu amor, meu coração que se perdeu, enterrado com você. Hoje olho o peixinho dourado, lembro do que fomos, sento em um canto, e sou eu quem me ponho a chorar...

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segunda-feira, janeiro 26, 2009

A república

Era uma vez uma casa, nesta casa vivia uma familia, mas a familia como toda familia, resolveu viajar, deixaram então apenas uma pessoa para cuidar da casa. Essa pessoa resolveu chamar alguns amigos, para que pudessem compartilhar da casa. E no ínicio dois destes amigos, para lá foram. Um deles criou até mesmo raízes no sofá, no qual ele se deitou e quase nunca se levantava. E tudo corria bem, Deus (Osíris) provinha o que precisavamos (a cerveja), e viviamos felizes. Mas como tudo na vida, a situação mudou, começaram a surgir novos convivas. Apareceram donos de bares, seres com tentáculos, ex namoradas, álcoolatras em geral; a perdição se formou. E todo dia , um ninguém José acorda já deitado , quer dizer, deixando os Los Hermanos de lado, todo dia , o dia so nascia a noite, e nascia já bêbado, seguia madrugada a fora, dia adentro, e terminava por poucas horas. So se alternavam os convivas, em alguns dias, chegavam a casa candidatos a vereador, em outros ilustres psicólogas, e assim por diante. A vida era uma festa, alguns até banda tentaram montar!!! Na base de um berrante, um sino, um batuque e muita bebida surgia ai uma banda. Nas folgas, a república resolvia trabalhar duro, e ir acampar no Bicame, ou participar de um churrasco lá, no qual alguns membros da república se travestiram de Batman. A comida? Na necessidade aprende-se de tudo, comesse de pasta a la exorcista, a pizza feita com biscoito cream cracker, ou qualquer coisa que houvesse pela frente quando não havia na república um cozinheiro de verdade. A faxina era apenas para não acumular lixo, limpava-se tudo a tarde, para uma hora depois voltar a sujar. Como toda república que se preze era músical. Ouvia-se de tudo e mais um pouco. Algumas vezes surgiam uns malakos, mas a república se unia para impedi-los de fazerem besteiras. Cerveja sim cerveja não, uma boa idéia surgia. E o tempo foi passando, algumas pessoas se perguntavam por quanto tempo , os habitantes da república sobreviveriam. Mas eles sobreviveram, assistindo muitos animês, rindo bastante, bebendo muito. Alguns mudaram com a experiência, e ficaram carecas, outros sumiram do conhecimento público. E depois de tanta festa, o que fazer? Participar do baile de formatura de seu amigo R.P (relações públicas). Que como todo baile de formatura (de faculdade) foi ótimo. Desnecessário dizer que bebida sobrando, etc... Paga-se por isso. Mas muito bom, e que saudade dá. Saudade dos tempos em se curte com sua sala, que quanto mais tempo juntos passam, mais amigos se tornam, saudade daquele clima gostoso. Mas é assim mesmo, mal mal a república se desfez, e já posso dizer tambêm, ahh que saudade da república!!!

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Love history in UFMG dark times

Estava a minha pessoa no dia presente realizando uma deliciosa redação na Faculdade de letras da UFMG, quando me dei conta, acabei! E ainda não podia sair da sala (tempo de sigilo). Esperei, esperei, esperei. Olhei o teto. Nada. Meia hora, nada. Uma hora nada. Me veio a idéia, vou escrever bobagens no rascunho, não usei a parte de rascunho mesmo. Fiquei com medo , dei pra trás. Resolvi então escrever no comprovante de inscrição da segunda etapa. O que se segue abaixo é a transcrição do papel para cá.

A love history

Era uma vez uma amêndoa gigante, e adivinhe so? Ela também falava, tinha pernas e a tardinha quando o sol se punha, colocava-se a correr. Não era muito de sair a danada, mas quando saia, ah! Como era levada. Dançava o break até o sol se por. Um dia, a amêndoa que se chamava Jane, encontrou o seu Tarzan. Era um belo dia aquele. O sol brilhava como nunca, as ruas riam de mansinho. E como toda vida que se encaminha para a morte, ia-se a Jane para a padaria de encontro ao seu amor, quando abismada olhou para dentro da padaria e avistou ele! O seu Tarzan, moreno , cheiroso, quente. Tarzan, conhecidissimo por sr. Café, estampava alegria por onde passava. Andava sempre com sua cachorrinha, miss fifi. E que paixão!! Sr. Café que já era quente por natureza, quase transbordava de alegria, senhorita Amêndoa por sua vez, estalava sua casquinha, quase se abrindo de amor, em sorrisinhos ternos. E assim se conheceram, em um incrivel happy ending se casaram, hoje moram juntos, e acrescentaram à familia, seu mais novo membro, o pequeno capuccino, que chegou para fazer compania a já então nascida filha do casal , miss Sukita. Um dia se separam, mas até lá vivem uma bela relação!

The end

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quarta-feira, novembro 05, 2008

Diário de uma guerra estranha ou como sobreviver sendo homem sem uma ereção

Este é sem dúvida alguma um tópico extremamente pessoal, aviso de saída a quem possa ler. A primeira parte do texto é um plágio a uma compilação de escritos do Jean Paul Sartre , e isto é a única informação educativa deste tópico. Vamos então ao diário:

Primeiro Dia:

Acordo de bom humor, o dia esta tranquilo, mas um pouco de nervosismo, pela micro operação de mais tarde (postectomia), não que vá alterar na rotina, mas é uma área delicada afinal de contas. Mas tudo transcorre normalmente. No hospital, primeiro sintoma do nervosismo, esqueço a carteira do convênio, mas depois de ligarmos para a assistência, autorizado fui. Vem até mim, uma residente encaminhando para a sala. Me dispo ficando apenas com aquele jaleco que fica com a bunda de fora horrivel. O médico esta em outro local atrasado. Bato papo com a residente, que por sinal me diz que esta ali de plantão, me fala um pouco dela, etc. Chega o médico, o "tomezinho" (que é como chamarei meu pênis aqui) já estava anestesiado, a residente já havia jogado um produto nele. O médico injeta outra coisa, e vai me operar. E nisto começamos a bater papo sobre filmes de terror, principalmente o albergue e todos jogos mortais. Custuram o tomezinho , sangra um pouco mas fui precavido de que isto seria normal. Me visto, saio tranquilo depois de me despedir do pessoal. Em casa já, decido pelo menos inicialmente não ir as atividades cotidianas, pelo menos não até que os pontos parassem de sangrar. O dia termina normal e tranquilo.

Segundo dia:
O sangue parou de escorrer, aparentemente agora é so não utilizar o tomezinho para atividades sexuais e esperar o tempo de cicatrização (dez dias). Claro, que como tudo que me proibem, não me sai da cabeça a idéia so sexo, mas facilmente controlavel, desvio de pensamento para outro assunto, ou uso o pc, enfim. O único problema , foi a virada do dia na madrugada, não pude rolar pela cama como gosto, e durante a madrugada tive uma ereção, na qual pensei em crise mundial, depois em Bush e resolveu o problema. Não tenho saído de casa, puramente por receio, área delicada é fogo, mas no mais sigo em frente tranquilo, quem disse que viver sem sexo não é possível? O dia termina normal e tranquilo.

Terceiro dia:

O tomezinho tem mostrado sinais de indignação. Durante a madrugada de quatro em quatro horas ele se levantava para reclamar da situação. Mas felizmente a prática de pensar em Crise , depois Bush tem se mostrado efetiva na ação brochante. Durante o dia o tomezinho tem se mostrado obediente, deve ser o receio dos pontos abrirem. A noite, o bicho já pega , mas so por que hoje é sexta e ficar em casa fim de semana é pecado. Mas pelo tomezinho , se fica, claro evitando qualquer coisa que se possa remeter a pensamentos obscenos. Estou pensando em virar Buda. Sexo so traz problemas mesmo. E apesar dos pesares o dia segue normal e tranquilo.

Quarto dia:

Sabadão e eu aqui de castigo, e o fdp do tomezinho ta ficando puto mesmo! Me acordou de duas em duas horas ta dificil dormir assim. Usei a tática, ele foi levantando eu pensei : Crise. Não deu certo ele disse que até a crise ele ta traçando. A única solução foi me levantar e começar a fazer exercicios, e nem assim ele queria se acalmar! Essa pessoa que falou que viver sem sexo é possível, é um assexuado baitola de marca maior. Vai lá, da para ficar na manhã, mas tanto tempo já é demais, né? E o lêonidas tinha dito que la por esse período , se eu visse canela de mulher eu já estaria babando. Não sei se chega a tanto, mas ainda não fui a rua (to evitando ao máximo). O dia segue que é um tédio so, e tudo é um saco (com o perdão da palavra), cansei de ler, ver filme, jogar. Mas eu aguento, sei que aguento.

Quinto dia:

Agora já ta absurda a situação! Perdi as contas das vezes que o tomezinho se levantou na madrugada. E toda hora vai lá eu tentando remediar a situação. O melhor esta sendo me concentrar em algo, do pc, ou livro sem nenhuma conotação sexual. Vou a rua, comprar pão ao menos, ficar so em casa me deixa maluco, mais do que já sou. Até que a rua não é tão precupante vazia ao menos não. Amanhã repito a dose e saio de novo. O pior são as ligações zoando. Mas fazer o que, é para um bem maior. Depois que essa crise passar irei aproveitar como puder. Vontade é o que não falta mesmo. Acho que ando tendo algumas alucinações visuais, mas deve ser besteira. O dia anda a passos lentos, quase parando.

Sexto dia:

Desisti de discutir com o tomezinho. Agora quase não durmo, quando ele se levanta nem discuto, vou procurar algo que desvie a atenção nossa. Sempre pensei, se pudesse, em que período histórico seria legal voltar para presenciar, tipo, ver Jesus? Ou quem sabe alguma revolução? Mas me decidi, se pudesse voltava no tempo para matar o desgraçado que inventou roupa, e colocou o sexo como pecado. Fui a rua comprar pães. Rua cheia. Qualquer mulher, qualquer mesmo, que passou, imaginei pelo menos vinte posições sexuais possíveis. Decidi que vou reescrever o Kama Sutra quando meu celibato forçado acabar. To começando a crer que depois do celibato, a primeira mulher que fizer sexo comigo eu peço em casamento. To quase virgem de novo. Revirginado. Coisas de celibatario. O dia anda confuso, cheio de alucinações visuais.

Sétimo dia:

Pai, por que me abandonaste? O que eu fiz para merecer isso? Ando pensando que acido súlfirico ingerido é menos doloroso. Dormir virou luxo. A situação ta tão crítica, que fui baixar uns filmes educativos (pornos), para deixar na reserva, na falta de tudo depois do celibato, pelo menos o visual tenho. Ao ler os títulos dísponiveis, o tomezinho se indignou e levantou; nem ler mais nomes eróticos posso!!! Se pequei , perdoem-me mas me tirem do celibato! A vida? A vida não passa , como é que um homem pode viver em condições lastimaveis assim? Já não adianta nem desviar o olhar nas mulheres, qualquer parte do corpo feminino já da motivos para o tomezinho. Meu Kama Sutra revisitado vai ter aproximadamente duas mil páginas (de introdução) e quatro mil (para cada capítulo), sendo o total de 666 capitulos, com gravuras práticas para os despreparados no assunto.

P.S:

A brincadeira acima é baseada nas atuais e reais experiências. Mas escrevo sem seguir realmente ponto por ponto os dias. Se você é um leitor, já deve ter passado por isso, se não passou, nem te conto o que vai sofrer (hehe). Se você é uma leitora, ao término do meu celibato forçado (ainda estou vivenciando ele), quebra meu galho? Vai custa nada, né? E a situação ta péssima. No mais depois volto aqui para deixar mais besteiras/contos/experiências/piadas/ou que me vier a mente.

domingo, setembro 28, 2008

Homenagem singela às mulheres

Ela, a mulher, passa, sorri, e conquista corações. Com seu rebolado, com seu gingado sensual atrai olhares de quem por perto esta. Ela que com toda sua beleza, se chama mulher. E mulher esta que esteve presente em toda sociedade, e sempre foi injustiçada. Mulher que lutou bravas batalhas, e amou loucamente. Mulher que foi mãe, cuidou, amou , criou. E ela, por mais que ele, que o tal homem, negue, é ela sim, é ela quem manda. E como todos sabem, a última palavra do homem é "sim senhora". E quando ela se faz ausente, como esse homem sofre. Ele finge que não, enche a cara talvez, ou fica apenas em casa , sozinho, quando lhe perguntam tudo esta bem, o que é uma mentira. Por que este homem sabe, que para ser completo, ele precisa dela. E ela, ah, ela, como sabe provocar, sabe se vestir, sabe como incitar o desejo. E ele só sabe cair em seu jogo. Cai o seu queixo, e ela o conquista. E como não dizer sobre seu corpo? Sim o corpo dela, que o homem quando é adolescente afoito, não se aguenta, que possui-lo de uma só vez. Mas quando o homem homem se torna, começa a perceber, a delicia de admirar seus detalhes. Seus seios, que perseguem o homem mesmo em seus sonhos, seus contornos, que o seguem na mente aonde quer que vá. E quando os corpos se unem, e se completam. Homem e mulher como um, o mundo para. Nada mais ao redor tem importância, só aquele momento. E que o mundo acabe. Para eles, nem isso importa mais. E ela, ela que as vezes se tem morena, outras branca, as vezes é loira, as vezes ruiva, mas sempre ela toda mulher, faz do homem mais feliz. E como o homem a quer. Ela, que as vezes chora, e não homem que não queira consola-la, tocar seu rosto, limpar suas lágrimas. E ela, que o homem conversa sempre com o amigo, e sempre faz um desdém, mas é ela, que o mesmo homem ao fim procura. O que seria do homem sem ela? Prefiro se quer pensar. Melhor pensar nela, mulher que entra em meu comôdo escondido no canto do coração, se apossa, faz dali seu lar. E não bastasse ela tomar lugar na mente e corpo do homem, ela nunca deixa de o surpreender. Ele envelhece, e ainda olha para ela mulher com desejo. Ele se torna mais sábio, e ainda basta que ela lhe dê um único sorriso para que seu coração derreta. Ele já não é mais o mesmo, e sua vida ainda continua a girar em torno dela. Dela mulher. Ela que nos toca. E brava, lutadora segue adiante, com seus sonhos, seus desejos, sua beleza, seu encanto. E ela que esta na poesia dos grandes escritores. Esta na literatura de todos. E que alguns até dizem, que sem ela, sem a musa, é impossivel escrever. Por que ela é inspiração, ela é paixão. E eu? Eu que escrevo essas linhas, so posso dizer, que deixo aqui minha singela homenagem, a ela, que é todas. A esta mulher que todos nós homens queremos ao nosso lado.

quarta-feira, setembro 17, 2008

C'est L'amour

Mais um tópico, mais uma ressalva. Desta vez duas por sinal. Primeiro não sei falar, ler ou escrever em francês salvem algumas poucas frases, portanto me perdoem caso o título esteja escrito de forma incorreto, de qualquer maneira a intenção do título é clara. O segundo ponto é o seguinte, embora por ser um blog, em muitas ocasiões, uso de informalidades, opiniões, e ironia (como não poderia deixar de ser), ainda assim tenho uma formação acadêmica, o que significa que não tiro as idéias do ar, ou do nada. A estrutura dos textos são influenciadas pelo conhecimento adquirido , e com isto quero deixar claro, conhecimento não é fé, não é achodromo. Conhecimento é empirico. Conhecimento tem como ser constatado. Dito isto vamos ao que interessa. Ou não; antes que me esqueça, se alguma pessoa quiser ler neste blog, artigos humorísticos como os anteriores, basta me pedir e fornecer algum tipo de conteúdo, enquanto isso vou debatendo algumas idéias. Agora sim. Ao que interessa. O amor. E vamos começar botando fogo na lenha. O amor é uma construção socio-histórica. Isto mesmo. O amor não existe desde tempos imemoriais. Ele mudou de tempos em tempos. E nem sempre foi algo bonito de se ter e ver. Se for fazer uma revisão inteira de todos pormenores que cercam este assunto, ficaria aqui o dia inteiro (ou mais, já que isto dá uma pequena monografia), vou me limitar a alguns exemplos, explicações e detalhes. E para começar, é necessário falar da condição da mulher. A mulher durante um longo período histórico foi anulada, sua única importância se dava como procriadora. Seu valor se limitava a isto. E em uma sociedade patriarcal, com a mulher anulada, o amor, é claro, não poderia ser tal qual hoje. Em algumas sociedades, como a Grécia antiga, e Roma, o amor decorria de forma homossexual , geralmente entre companheiros de guerra. A mulher era escolhida pelo companheiro visando apenas estabelecer uma união que fornecesse privilegios sociais, e que pudesse pela mulher, gerar herdeiros (sexo masculino mesmo), que levassem o nome do pai. Como dito antes, rever todas sociedades demoraria demais, para um blog, vou então pular alguns pontos. Para exemplificar esta variação do sentimento amor, cito um escritor/época, o escritor se chamava Johann Wolfgang von Goethe (1749/1832), cujo qual ao escrever um livro intitulado Os sofrimentos do jovem Werther (1774), lançou uma nova visão da idéia amor, e desencadeou pela Europa da época, uma forma de amar, que considero correto chamar de amor gótico, o amor exarcebado. Suicidar por amor era considerado algo sublime, belo, quase sagrado. Claro, que isto também mudou, do contrário a sociedade estaria bem menos populosa é certo. Neste momento o(a) leitor(a), pode pensar, que a visão do amor, mudou sim, mas que mudou somente a visão de amor heterossexual. Bom, então agora vou citar uma outra forma de amar, o amor paternal. Amar os filhos, todos dirão que é prática comum, e que existe desde que o homem existe. O que claro é pura bobagem. A infância foi construída bem recentemente , com a ascensão do capitalismo, e por meio de alguns pensadores, tal qual  Jean-Jacques Rousseau. Nascimento, 28 de Junho de 1712 · Genebra, Suíça. Falecimento, 3 de Julho de 1778. Não vou entrar em detalhes sobre a obra de cada autor, devido ao fato que isto seria outra monografia a se criar , cito alguns apenas para cituar tempo/espaço/idéia do social. Retomando o assunto. A sociedade durante uma grande parte de sua existência, tratou de suas crianças, como pequenos adultos (o próprio termo criança, ou o termo infância, foram criados já no capitalismo). Como pequenos adultos, eles se vestiam como seus pais, e tão logo conseguiam, aprendiam e exerciam a profissão determinada pelos pais ( que no caso da mulher era unicamente cuidar da casa e se preparar para ser uma boa esposa, e do homem seguia ao que o pai fazia), assim sendo se o pai trabalhava no campo, o pequeno adulto assim que conseguisse iria com o pai, arar o campo, plantar etc. A pequena mulher por sua vez aprendia a cozinhar, lavar, etc. Era comum , pequenos adultos morrerem, o que em momento algum era tido como trágedia. O apego pelas crianças é fato recente. O capitalismo (devido a uma série de fatores, que não entrarei em detalhes) precisa da infância, precisa de uma distinção entre idades, e por isso cria-se várias critérios e áreas que definem a cada faixa etária. E a partir disto, que começa-se a idealizar a criança, a amar a criança. A quem interessar, procurem saber quando se criaram orgãos de defesa a infância, ou mesmo leis, e poderão ver isto claramente. Mudando agora o enfoque. E o casamento? Este por sua vez nada mais foi do que uma forma de manter a estrutura social, e claro estabelecer gerações. Casamentos eram feitos por classe, por interesse. Nobre se casa com nobre. Passa - se o tempo, muda-se alguma coisa? Não. A alguns anos atrás, e por alguns, digo alguns poucos mesmo. Pensem no Brasil, a poucos anos atrás. A separação era proibida, pela igreja principalmente. A união so era aceita se por classes semelhantes. Ou você acha que a cinquenta anos atrás, um negro poderia se casar com uma branca? Um pobre com uma rica? Jamais. E mudou? Fingimos que sim, dizemos que hoje não há interesse. Mas é claro, sempre que um dos exemplos acima ocorrem, um problema surge. Os pais não deixa, a familia deserda. Ocorre a união? Em alguns casos sim. Mas a sociedade ainda torce o nariz. Somos preconceituosos. E temos como base de nossa sociedade a igreja católica (cada um tem sua fé, repito aqui, isto não é sobre fé, é análise da sociedade pelo empirismo); o Brasil foi construído com base no catolicismo. E nossa base, é a de construir familia, de uma forma x, com caráter x, herdados da igreja. Há quem quebre padrões claro, mas são exceções, e aqui falo das regras, do geral. O que nos leva agora , depois de uma breve análise (ficarei honrado caso alguém queira debater o assunto comigo), vamos a atualidade. Antes uma outra ressalva. Muitos países tem a mesma estrutura do Brasil, outros não. Não estou falando de nenhum outro país, além do Brasil. Para analisar outros países, eu teria que visitá-los e estuda-los. Me limito aqui ao que conheço. As observações agora. O amor, a idéia do amor presente no capitalismo atual , é tema de longo debate, o que citarei são pontos. Por exemplo. O amor paternal se firmou na sociedade e dificilmente deixara de existir, uma vez que é incrivelmente lucrativo. O amor com conteúdo sexual (independente da orientação sexual), este que irei citar. O que pode-se perceber é que o amor de hoje, é um amor egoista. O amor romântico, o que leva a pessoa a realizar absurdos, não existe mais. O amor de hoje, é aquele, que traz a cada individuo um sentimento, uma emoção benefica a ele(a). Por exemplo. Se uma pessoa é muito diferente da outra, haverá brigas, e provavelmente o término. Citando situações reais. Para cada situação imaginem um casal que tenha ambos trinta anos (a personalidade formada). Bom se um dos dois é álcoolatra, e o outro(a) não, pode-se tentar mudar ao outro(a) mas dificilmente (sem ajuda profissional) consegue-se. O que acontece é o término. Em caso mais suave, casal, em que uma das partes gosta de fumar maconha, a outra não. Mesma coisa, uma hora um se irrita com o outro. So caso assim? Claro que não. Vejamos um caso simples e comum. Uma das partes, gosta de doar mensalmente um valor x para uma instituição x, esse (a) pessoa, acredita na instituição, acredita que esta ajudando alguém, mas seu (sua) companheiro(a) acha uma bobagem. E todo inicio de mês, quando vai haver a doação de dinheiro, critica, briga. Fala que o dinheiro poderia ser usado para pagar uma conta x. Em outras palavras, esta pessoa pode não saber, mas esta destruindo as esperanças e a fé do companheiro(a). O casal pode se manter unido, mas com certeza cheios de problemas, e infelizes. E por isso, que hoje, cada vez mais, mesmo que de forma inconsciente, buscamos o amor egoista. O amor que antes de mais nada vai dar uma proporção muito maior de prazer que dor. Embora não exista um sem o outro. Mas proporcionalmente falando, é o amor idealizado hoje. Cito aqui a letra de uma música, do que é para mim, o maior compositor vivo deste Brasil, Chico Buarque. A música se chama você não saber amar. A letra: Você não sabe amar, meu bem,
Não sabe o que é o amor
Nunca viveu, nunca sofreu,
E quer saber mais que eu
O nosso amor parou aqui
E foi melhor assim
Você esperava e eu também
Que fosse esse seu fim
O nosso amor não teve querida
as coisas boas da vida
E foi melhor para você
E foi também melhor pra mim

E a letra exemplifica, muitissimo bem isto que estou escrevendo. O amor de hoje é isto, é um amor que buscamos sempre o que há de melhor, o que há de bom. E neste ponto, fecho, sem deixar criticas, sem desta vez, usar de uma explicação sobre o que penso disto, deixo o convite para quem quiser debater o amor de hoje (não pelo blog, ou email, fone, ou ao vivo, quem não possuir nenhum destes deixe recado com possibilidades de resposta), e deixo uma indagação, qual o tipo de amor que você esta vivendo?

sexta-feira, setembro 12, 2008

Pequenos milagres no dia a dia

  Iniciando mais um post, para variar  escrito no decorrer de uma noite mal dormida, vou esclarecer logo assim de repente: - Quando falo em milagres não me refiro a religiões, seja elas quais forem, e não pretendo em momento algum, discutir teologia, ou mesmo a visão particular de que cada pessoa possa ter sobre o assunto. Quero deixar isto bem claro, para poder falar de algo assustador no mundo de hoje. E algo que percorre gerações, e esta presente em cada um de nós, e se quer notamos. Não tenho como definir este "algo", esta "coisa", em uma única palavra, mas usaria uma que melhor se aproxima da intenção. E é esta palavra insensibilidade. Isto mesmo, insensibilidade. Claro, que tem a pergunta, e como assim? e o que isto tem a ver com milagres?. Explico. Nós criamos uma sociedade, em que o normal é o degradante. Nossos jornais, nossos filmes, jogos, e tantas outras coisas, o que são? Não passam de um retrato cada vez mais cruel da violência. Um jornal hoje em dia, tem a venda proporcional ao número de mortes que noticia. Filmes, que trazem reflexões produtivas são logo dados como "cults" , não vendem não saem, o que vende é o horror, a violência. Jogos, nem preciso citar, é tema constante de debates. Deixo claro, não sou contra, ou não faço uso de uma falsa hipocrisia e digo que não jogo, não vejo, não leio a isso. Eu faço parte da mesma sociedade a qual critico, e uso dos mesmos meios tanto de comunicação quanto do resto. O que critico , não é a presença da violência em nosso meio (violência enquanto noticia, ou entretenimento), o que assusta. O que realmente assusta é o valor que atribuimos a isto. É a visão , quase prioritaria, quase de necessidade, a este tipo de sociedade. Hoje existe uma supervalorização da violência, que percorre todos os meios, e que nos torna co-autores, e co-dependentes dela. A pouco tempo atrás, assisti a um filme, em que o assassino prende suas vitimas em armadilhas, que são exibidas em um site, e quanto maior o acesso ao site, mais letal as armadilhas, chegando por final a matar as vitimas. E o detalhe é: Isto que nos tornamos, nós produzimos uma sociedade em que a morte se tornou produto, que a violência e o sofrimento são vendaveis. Existe solução? Existe. Isto é certo. Quais? Não sei. Mas aqui justifico o titulo e digo o motivo do termo que usei. Insensibilidade. Nós, e isto de certa forma é um apelo, deveriamos nos lembrar constantemente , não do mal que há, e sim do que eu chamo de pequenos milagres. E o que são estes pequenos milagres? Vou explicar os que eu vejo às vezes, se você que esta lendo entender, vai saber indentificar alguns, que eu mesmo deixei de passar. Então vamos lá, para não ficar muito sério, o primeiro milagre que posso dizer, é o fato de ainda haverem pessoas que lêem meu blog!!!! Brincando. Voltando ao papo sério. Citei este exemplo para uma amiga. Em meio a tanto caos, é um pequeno milagre aquela mãe, que todo dia acorda já cansada, para ir trabalhar, e ainda assim antes de ir, beija seu filho e o diz que o ama. É um milagre, ver nascer o sorriso, no rosto de quem se ama. E se nós, por si só, já não somos milagres em nossas quimicas do dia a dia, ainda consigo me admirar em ver o sol nascer, de prefêrencia se estiver com amigos, com um violão. E aquela pessoa, que depois de tanto sofrimento, de tanta perda, ainda consegue sorrir, e de braços abertos acolher aos outros e ajudar. E isto minha gente, isto é o que deveriamos ler nos jornais, é esta mensagem que devemos passar. Parece útopico, mas não é. Toda pessoa que eu conheço, sei que já teve contato com alguém que sofreu e se reergueu. E isto é um pequeno milagre. E meu amigo, minha amiga, não sei quem ao certo quem realmente lê a este blog, mas se você chegou até este desfecho, peço, que repare nos pequenos milagres, e se puder depois me conte, e viva você mesmo (a) um pequeno milagre. Vá a um parque , encostar em uma árvore e relaxar, ato tão simples, e que tantos negam dizendo que não possuem tempo. Viva um grande amor. E como dizia o poeta, amor de verdade não é para toda vida, mas que seja eterno enquanto dure. Sorria, quando você sorri, você não sabe, mas se tem alguém te observando, vai sorrir também. Pergunte aos outros como eles estão, mas pergunte querendo realmente saber. E ouça a resposta. Precisamos aprender a ouvir. E deixo por hoje um grande abraço. Um abraço carinhoso e sincero, porque abraçar é muito bom. Até outro post pessoal, e deixo um clipe bacana para vocês verem, e uma recomendação para ouvirem : Bruna Caram, excelente cantora, excelente escritora (ela tem um blog , so procurar pelo google galera), otimas músicas em seu cd de estréia. Recomendadissima (se algum dia ela me permitir posto um videoclipe dela). Agora vou de fato. Abraços.

quarta-feira, agosto 06, 2008

Devaneios sexuais em um momento de insônia

Bom, para começar eu poderia postar sobre vários fatos que ocorreram desde o último post, do qual se bem me lembro já se passaram meses, mas resolvi falar de sexo, da licença? Falando sério, nós seres humanos biologicamente falando somos animais, e como animais obviamente desejamos sexo com a finalidade de procriação ... Ou deveriamos ser assim. Mas na prática , nós humanos depravados (não adianta torcer o nariz, todos somos depravados), pois é nós , não queremos apenas o básico. Nós passamos a respirar, viver, exalar, cheirar , sentir , querer e por ai vai, ao sexo. Nenhuma pessoa (alem de mim) é inocente. Vamos pensar por exemplo, que enquanto humanos, deixamos de lado o sexo simples e direto e inventamos infinitas formas diferentes para o mesmo. Tem gente que tem prazer sexual, quase sem sexo!!! Absurdo? Não cabe a mim julgar, cada qual faz o que bem quer com seu corpo, desde que não me afete diretamente. E no caso acima, sexo sem sexo, basta lembrar do estilo SM (sadomasoquista). A dor , é tão ou mais importante para os adeptos so que o sexo propriamente dito. Quero deixar bem claro, que não é uma critica, eu mesmo gosto de uma pitada SM, mas confesso que no meu passado obscuro, quando uma das minhas transas me pediu para soca-la, so não brochei de imediato, por que achei que era uma coisa suave, quando entendi que ela queria de fato violência perdi o tesão. Mas hei, a quem goste. Neste sentido, até entendo, existe toda uma estrutura da pessoa que a leva as suas orientações sexuais. Alguns, podem ler a isto e indagar : " mas hei, o que é sexo?" . Bom vamos la , e neste mundo nebuloso que quero chegar. Eu poderia abrir um dos meus dicionários (lingua portuguesa, psicanálise, ou o de psicologia) e achar uma definição, mas a proposta do blog não é a de ser um artigo cientifico, o blog tem para mim a função se risos e reflexões, por isso ao falar de sexo aqui, não é de uma visão universal, muito menos cientifica, é uma visão totalmente pessoal. E para mim , falo sério, sexo tem que ter algumas caracteristicas. Penetração propriamente dita do pênis na vagina? Não, senão de cara estaria excluindo o prazer das lesbicas. Bom, então sexo são duas pessoas que se dão prazer? Depende, alguns vão falar que masturbação é sexo, eu considero de teor sexual, mas a não ser que tenha uma mão amiga não é sexo. Igualmente não acho que duas pessoas que se dão prazer façam necessariamente sexo, por que se isso fosse verdade qualquer bate papo sadio e prazeroso em mesa de bar seria orgia. Isso sem contar que em se falando de orgia, para que limitar a dois o sexo, bobagem isso, sociedade mais púdica essa nossa. Então vamos la, problemão este, falar de sexo, sem saber ao menos definir o conceito de sexo. Bom considero sexo uma relação de prazer entre duas ou mais pessoas, na qual o prazer deriva do uso do corpo propriamente dito, o que para uma pessoa inteligente resulta em nudez, mesmo que parcial. Algumas pessoas meio bizarras, vão o usar algumas anomalias como animais, mas isso definitivamente não é do meu interesse saber. Pelo que já disse, acho que deu para o(a) caro(a) leitor(a) perceber, que sexo é muito bom, quer dizer, que todos nós fazemos, e pensamos em sexo a maior parte do tempo, mas nos escondemos atrás de máscaras que usamos para fingir que não somos assim. Não importa qual o nível de depravação, todos tem um pouco, mas sempre fingimos que não. E ai, cliche e dos maiores, tanto homens quanto mulheres vão buscar nos braços de outra pessoa, aquilo que não fazem com seus/suas parceiros(as). E nisso a cada esquina, nasce um novo chifre. Com isso tudo, tanta diversidade, tanta perversão, qual a solução (afora a rima de improvisação)? Bom solução mesmo não tem, em termos de casais é um tanto quanto obvio, resolvam seus problemas, mas enquanto individuos, nesta imensa variação sexual, cada um se vira como pode. Mas uma coisa eu garanto, não fiquem com seus desejos reprimidos, façam sexo, e façam muito, por que é bom, é bom demais. Como? Isso já não é problema meu. Cada um faz como acha melhor. E se por acaso, alguém souber de uma gótica, com inclinações Sm, que aprecia experimentos com bebidas e outras substâncias, favor apresentar com urgência. No mais até a proxima insônia pessoal, e para variar um pouco , hoje não tem fotos, mas tem uma música da banda Beseech para vocês ouvirem. Divirtam-se pessoas.

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Now playing: Beseech - Come On In
via FoxyTunes

quarta-feira, maio 14, 2008

Concurso [ت-شيرت] مبلّلة (camiseta molhada) do blogão











Em mais uma nova postagem situarei ao caro leitor a situação presente; muito embora assunto sempre seja de fácil de se encontrar e portanto postar, basta lembrar ao leitor das inúmeras piadas infames do "novo" Dedé, better and bigger, para que se possa ter uma noção. Ou claro, podemos dizer algo sobre certas pessoas que vão a shows internacionais (e caros), como o Obituary, mas devido ao nível alcoolico a única coisa ao qual conseguem enxergar é a privada do banheiro. Como podem ler, assuntos do dia a dia sempre estão a favorecer ao autor do blog, de tentativas de montagem de um filme porno no camping rock ao acima já citado, passando pela raiva de determinadas pessoas com apelidos, ou a bebedeira nossa de cada dia. Mas devido a proposta atual do blog, algo esta em falta. Alguns escritores em determinados momentos de suas vidas passam por bloqueos mentais. Não é este o caso, já que o autor do mesmo, a muito perdeu sua mente consequência do uso recorrente de bebidas, e substâncias variadas licitas e ilicitas, que se em algum momento o escritor conseguir lembrar de todas irá claro, escreve-las. Atualmente, o autor do blog, tenta um implante de queijo de cabra fresco, no local aonde antes existia seu cérebro. Ainda não foi bem sucedido. Mas igualmente, a anos ele tenta um implante de um segundo figado, e não consegue; então como podem ver o autor não é uma pessoa mentalmente saúdavel. Rumores de tentativas da realização de rituais em homenagem a Baco, com muita bebida e orgia são mentiras. Voltando ao foco da questão. O que falta ao autor do blog, são histórias de vida, que possam vir a ser usadas neste mesmo batlocal. Pelo menos se os amigos leitores desejarem novas bobografias. Exatamente pela falta de cobaias, quer dizer vitimas, não, não é isto, que dizer pessoas com lindas e felizes histórias de vida, pois então, devido a falta de objetos de estudo, as bobografias podem entrar em momento de paralização. O que leva ao autor a realizar uma proposta aos leitores. Durante o período de um mês (mais ou menos), o autor pede o envio de mensagens para o email : marcodiegocapellini2@gmail.com constando de uma sugestão para uma possível bobografia, fotos para a mesma (ou não), e o por que de ser publicar à bobografia sugerida em especifico, para não ficar muito injusto, o autor do mesmo irá pagar o valor simbolico de vinte reais para o melhor email, e dez ao segundo melhor. O email acima foi criado somente para esta finalidade. Não importa ao autor o quão intimo é desta pessoa, mesmo completos (as) desconhecidos (as) podem participar, lembrando claro, que é ideal o envio de possíveis idéias e gostos pessoais, para poder se aproximar da realidade subjetiva de cada um. Mesmo quem não queira participar como voluntário pode sugerir à uma outra pessoa, ou mesmo, o aprofundamento de alguma bobografia que já conste no blog. O autor tambêm irá distribuir um prêmio surpresa. Por fim, o autor deixa claro que, ele não espera de fato uma participação efetiva, mas sugere que uma vez não ocorrida a participação, o blog, recorrera apenas a noticias casuais. O nome de concurso camiseta molhada, é unicamente devido ao fato que o autor não pensou em nada melhor, e o mais importante; o autor NÃO ,se responsabiliza pelo que possa vir a escrever.

domingo, maio 04, 2008

De perto ninguêm é normal, e Lêonidas: Cronologia de um espartano




Bom, hoje , aniversário de José Roberto, eu de bobs, resolvo atualizar meu blog, o que leva ao fato de que em seguida a algumas sabias reflexões, irei colocar uma nova bobografia que faltava , no caso de Lêo. Primeiramente, e como sugerido pelo título , sem entregar os nomes claro, devemos esclarecer como as pessoas são, usemos meu exemplo, formado em psicologia (profissão de pobre) poderia tentar uma pós graduação, ou um mestrado, mas ao contrário o que farei? Cursinho pré vestibular (de novo), tentar ingressar na UFMG, e cursar letras, que diga-se de passagem é outra área de pobre. Uma pessoa para tentar isso, tem que ser ou pobre, ou burra, ou masoquista. No meu caso fico com os três em um. Bom, pelo menos formo em duas áreas , tem gente que fica até ser jubilado, isso sim é absurdo. E aquele tipo de pessoa, não vou entregar nomes, mas aquele tipo, que quando arruma uma mulher, esquece de que a mulher é dos outros, casada e com filhos, é já viram o que pode dar né? Claro, que vocês sabem, esse tipo de situação pode dar passeios por ai. E aqueles caras, que usam jogos como justificativa de sedução, os que compram guitarras, jogam guitar heroes, e saem seduzindo as pessoas usando do jogo como atrativo. Não é fácil. Já alguns homens preferem a promiscuidade, acham que são do BOPE, e arrumam namoradas, 01, 02, 03, e promovem a capitãs aquelas com maior desempenho. Esse tipo de homem costuma brincar de farmaceutico nas horas vagas. Por isso que eu digo de perto ninguém é normal. So lembrar que neste momento esta tendo o camping rock, que já se percebe isto, neste momento estão reunidos um monte de maluco em um local só. Desde que a pessoa não perca a cabeça, monte um bar na blatislavia, e atenda mal a todo mundo , acho que um pouco de loucura não faz mal. Algumas pessoas, até se acham normais. Tem gente por ai que monta bar achando que so os amigos vão. E ainda cobra caro. Isso é que não da. Melhor fazer igual certas "ninas" que conhecemos e encher a cara de cachaça. Vou mudar de assunto , ta me ocorrendo uma inexplicavel vontade de tomar uma cerva gelada. Para quem ficou por tanto tempo sem escrever acho que por hoje basta de reflexões, mas para quem gosta do meu blog, me cobrem mais, não me deixem parar de escrever. Agora, vamos a segunda parte. Lêonidas: Cronologia de um espartano. Nascia em tempos remotos, e aureos, um espécime dignissimo de ser humano, batizado por Lêonidas. Na sua nada curta vida, cercada por fatos exemplares, ele adotou novos nomes e apelidos carinhosos como Bóia. Mas para esta bobografia manterei o nome de Lêonidas. O primeiro fato marcante a se considerar , é que logo ao iniciar sua vida, junto a alimentação regular, era lhe dado doses edificantes de cachaça na mamadeira, o que provocou em sua psique um interessante efeito de promiscuidade, exagero e loucura. Ao completar seu primeiro ano de vida, novo fato se deu, o jovem Lêonidas, em um surto psicótico devido ao uso abusivo do álcool, pulou de bungee jump do seu berço, o problema é que ele se esqueceu da corda, socou a cabeça no chão e ficou com sequelas para o resto de sua vida. Mas nada que o impedisse de seguir seu sonho, logo ao completar seis anos, ele nomeu a si mesmo como imperador de Esparta, e bravamente em sua carreira de imperador lutou contra a afeminado Xerxes, na falsa história que nos contam, Lêonidas teria lutado com outros 300 espartanos, mas a verdade é que os outros 299 espartanos so existiam na cabeça de Lêonidas. Reza a lenda que ele teria morrido, mas na verdade ele apenas entrou em mais um surto psicótico , mudou-se para uma isolada montanha e tentou se transformar em super sayadin. Como missão dada é missão cumprida para este veneravel especime de humano, fez-se super sayadin com o tempo, mas errou o desenho e foi se unir aos cavaleiros do zodiaco em missões interminaveis. Já grande conhecido pelos cavaleiros como um bravo lutador, comandou uma frota de outros bravos lutadores , mudou o nome , por que achava cavaleiros do zodiaco um nome de frutinha, e fundou o lutadores sanguinarios possuidos por satan from hell. Em contraposição a igreja católica e as cruzadas, os lutadores sanguinarios possuidos por satan from hell, formaram por anos uma super seita secreta que tinha como objetivos divulgar o nobre objetivo de Lêonidas, ou seja promiscuidade, muito sexo com ninfetinhas, morte a todo e qualquer adversário e assim por diante. Mas devido ao fato de que esta é a história de Lêonidas , e ele abandonou ao próprio grupo (devido a sua personalidade esquizoatipica), sigo adiante. Em suas viagens , pelo mundo afora, com seu comportamento antisocial, Lêonidas encontrou-se com São Francisco, e depois de um acalorado debate, pediu ao mesmo que lhe ensinasse a lingua dos animais, Francisquinho recusou, foi morto. Lêonidas obcecado com a idéia de conversar com animais, faz então um ritual de magia negra, envolvendo uma cabrita virgem (pelo menos era antes do ritual) , 70 ninfetas (que também eram virgens) , o sangue de 500 emos mortos por ele, e muita sacanagem. Não conseguiu convocar satan, mas ao menos Chuck apareceu para ver a orgia, concedeu-lhe o tão desejado poder, em troca de sua total devoção as causas nobres da putaria. Com sua personalidade esquizoatipica, e falando a lingua dos animais, boa coisa não poderia surgir, e fato se deu, que Lêonidas, passou a se considerar um animal também, uma especime rara de dragão de komodo albino. Durante anos ficou a rastejar pelo chão comer capim , carne morta , atacar a todos, e estrupar dragoas. Quando por fim conseguiu se recuperar, o mundo já tinha por tal mudado tanto, que demorou anos para ao primitivo Lêonidas se adaptar. Recuperado, passou a trabalhar como psicologo de animais, atendeu a um corvo pelo qual nutre enorme amizade. Desenvolveu uma paixonite , que não durou por uma zebra, comprou vários cachorros, e deixou parte de sua herança para os filhos que teve com a cabrita do ritual. Usa sua influência junto a um bode para reciclar suas latas, com um camelo para armazenar bebidas e assim por diante. Com o dinheiro ganho de forma suada, comprou um playstation 2. Mas com sua mente dissociada, o único jogo ao qual recorre o uso é guitar heroes. Comprou uma guitarra e tudo o mais, embora claro, para ele o jogo seja mais surreal pois em sua mente, ele não somente é um dos guitarristas , como ele tem uma banda com eles. Vive feliz, mas não normalmente, pois para dar vazão aos seus desejos sociopatas, através da internet, e do notebook adquirido, convoca jovens solitárias, estupra-as e mata-as. Seu amigo bode, e ele unidos pelo sangue se livram dos corpos comendo - os. Mas salves estes seus desejos sua vida vai muito bem. Ainda é viciado em bebida, cigarros, e uma penca de outras coisas. Dizem que se aquietou, mas na verdade, devido aos sumiços dos corpos não encontraram evidências de seus crimes. Por hoje encerro, até mais pessoal.

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Sobre tudo e nada ao mesmo tempo, e a triste história de Cleone.















Esses supostos escritores de fim de semana que custam a atualizarem suas obras são terríveis, ainda bem que não conheço a nenhum. Imagine a situação, se fosse necessário ter que relembrar acontecimentos deste o Natal? Claro que não é o caso aqui, vou citar , mas so por interesse próprio, afinal fizemos um amigo oculto interessante, se obviamente o dono do bar, não resolvesse dar uma de besta, e com algumas ausências , algumas não justificavéis, outras até plausiveis , se explicadas por motivos de escravidão maior. Mas foi divertido de modo geral. A êpoca que cerca o Natal tem uma qualidade interessante de manifestar nas pessoas um desejo de festejar constante, são várias justificativas , e ideias para festas, é claro, sempre tem um besta que apronta em festas, e acaba por exemplo, quebrando o chaveiro alheio, depois de horas em uma mesa de truco, e de pessoas sambando inexplicavelmente, entusiasmado com o desenho Ratattouile (se é que se escreve assim). E é claro, depois do Natal, temos a comemoração do virada de ano, infelizmente não foi em Moedas, mas foi boa. E com isso, todos seguimos adiante, afinal, nesta turma nossa, ninguém muda, todos zoam, e aproveitam, ainda mais que para quem esta antenado, dia 25 de janeiro, é o bloco da Taioba, e na outra sexta - feira, já é carnaval, isso sem contar que no dia 27 de janeiro, o glorioso, incrível, único, poderoso leão do Bonfim, estréia no campeonato mineiro, e dessa vez com um patrocinio forte. Bom, se for entrar em todos os detalhes, alguns como Capela, na praça do mineiro no dia 25 de dezembro, cedo, tri ébrio, cantando a toda e qualquer mulher que por ali caminhasse, ou o mesmo dizendo que não estava aguentando mais nada, bom se dito tudo, rende-se mais, porém como o (a) leitor(a) pode perceber pelas fotos acima, a bobografia desta vez mesmo que com tamanho normal, exige mais explicações, que virão a seguir, portanto sem mais delongas. A triste história de Cleone : As fotos acima, serão explicadas no decorrer da história que se segue. Minha pesquisa não conseguiu determinar exatamente a data de nascimento de Cleone. Sabemos, que cleone, nasceu no Brasil, filho de mãe e pai escravizados, e logo cedo, aprendeu que sua vida seguiria pelo caminho da escravatura. Tão logo nasceu, ainda um baby, já fora feito de escravo, ao som das chibatas açoitando as costas de seus pais, e companheiros da senzala, ele aprendia ainda no colo materno, a terrível desventura de viver. Logo conseguiu pronunciar suas primeiras palavras , e dar seus primeiros passos, ainda sem muita utilidade para o senhor da fazenda, era usado como cobaia, no teste de diversas cachaças desenvolvidas para exportação. Na medida em que crescia, seu fígado, diminuia, e sua tolerância ao àlcool aumentava, o que lhe ocasionou um vicio, mantido ainda nos dias de hoje. Ao finalmente conseguir andar corretamente, falar mais palavras, o senhor de sua fazenda "elevou" a carreira escrava do menino cleone, como registrado na última foto, com as crianças, a quarta criança, que não se enxerga, bem , logo atrás do menino, bom é Cleone, e em sua nova empreitada, servia ao senhor da fazenda quebrando as pedras do caminho. Um longo tempo se passou, antes que mudasse de profissão. Enquanto outros meninos, brincavam, sonhavam com futebol, Cleone, debaixo do sol e da chuva, quebrava pedra após pedra, dia seguido de dia. E aquilo lhe enchia de ódio e tristeza. Crescia amargurado, triste, sozinho. Embora cercado por outras crianças, so lhe era permitido o contado com as crianças escravizadas, e é claro, que ver aos filhos dos patrões estudando, brincando, lhe enchia de revolta. O tempo passava, nenhuma esperança era visivel, e Cleone crescia neste ambiente, tornava-se então um aborrescente. Na foto, em que aparece um braço branco, acorrentado, com um rélogio, é uma ocasião, em que o revoltoso Cleone, roubou a um relogio, do filho do senhor, foi apanhado , acorrentado, e chicoteado. O que gerou uma nova revolução da vida deste. O senhor, fez-lhe então moedor de cana oficial. Aparentemente isto não significava de nada aos dois senhor e escravo, mas a história nos mostra que esta transfêrencia , esta pequena mudança libertou Cleone, pois depois de premeditar, esperou calmamente que o senhor se aproximasse para lhe xingar, e em uma ágil ação, alçou um pulo, com a cana em mão em direção ao escravagista, golpeou-lhe a cabeça, e mais um golpe, agora a esquerda, passa-lhe a rasteira, sangra-lhe o nariz, chuta-lhe os bagos. Me desculpem entusiasmei com a luta. Bem, ao que interessa. Cleone escapa, de sua prisão, tornando-se para isto um assassino, foragido da lei. Passa a então vagar por entre o Brasil afora, sem destino, sem familia, sem amigos. De estado, em estado, bar em bar caminha. Noite após noite (de dia ele se escondia). Mas não sabia ele, que a vida não é um mar de rosas , e infelizmente por mais injusta que fosse a vida, ela seguiria seu rumo. E o rumo, o destino deles, estava na mão de um oficial de justiça, que por sua vez era amigo um pouco mais que intimo do senhor escravagista; e obcecado em vingar a morte do mesmo, percorreu todo o Brasil no encalço de Cleone. Não era dificil seguir ao escravo foragido, pois este em cada bar que entrava, fazia sua fama, de beberrão e fanfarrão. E o inevitável aconteceu. O oficial de justiça consegue enfim capturar Cleone. Vemos pela foto ao lado dele criança, a imagem de sua captura. Algemado, desolado, ensandecido, e entristecido, Cleone é julgado e condenado. Na prisão, torna-se novamente um escravo, um de seus convivas de cela, conhecido por tripe de mesa, faz-lhe de noiva, chamando o carinhosamente de Cleo. Entre uma sova , a curra diária, era por função de Cleo, lavar a roupa de ambos, banhar tripe, afaga-lo, e cantar belas canções de ninar ao pé do ouvido. Cleo, nesta fase de sua vida, andava meio depressivo, pensando em sucidio. Mas tripe, nada bobo, colocou vigias para que cleo não tentasse o ato suicida. Isso aumentou o número das curras, o que deixou Cleo bem ocupado. Com o tempo, quem diria a vida finalmente sorriu para Cleo, e em uma reviravolta incrivel, por bom comportamento escravo, Cleo recebeu a chance do governo de sair livre, sem queixas, desde que , participasse de um projeto de condicionamento de soldados e civis, gratuitamente como todo bom escravo. Cleone aceita. Muda-se para uma base militar ultra secreta. Passa primeiro por um treinamento intensivo de militar mau do bope. Forma -se com louvor. Passa então para a segunda etapa do curso. O condicionamento experimental. Meses de curra, so entre homens , permitem ao governo condicionar, aos ex presos através da manipulação sexual. Como podemos ver na primeira foto, tirada por satélite, com muito risco de sermos descobertos, Cleone esta na fileira de costa, ao lado do terceiro contando de frente a partir da condicionadora. Não posso citar nomes , pois o governo nega ter conhecimento, a verdade esta la fora, e assim por diante. Basta que saibamos, que nesta primeira turma, 99 por cento foram condicionados com sucesso, o único reprovado foi tripe de mesa, e foi durante este período que Cleone conheceu a sua senhora escravagista. Depois do curso, e do experimento , os condicionados participaram de algumas missões extra oficiais, tais quais o assassinato de PC Farias. Após algumas missões, como dito, Cleone foi liberado. Escolheu então Rio Acima, para viver com sua senhora e ama. Em algumas raras ocasiões sua mente tenta se libertar do condicionamento, mas logo volta a sua normal situação de escravo. Trabalha hoje (por motivos de privacidade, não direi aonde), é feliz, é escravo. Na terceira foto, a direita, podemos ver Cleone, saindo de sua casa , para ir trabalhar, com a pasta na mão, em Rio Acima ainda, e dentro da bolha metálica que sua mulher lhe presenteou para passear. Quando se diverti, ou seja, uma vez a cada século, encontra seu amigo tripe do qual tem muita saudade. Gosta ainda de ser chicoteado e beber cachaça, mas dessas atividades so é permitida por sua ama a primeira. Por não ter muito conhecimento geografico, acredita ser sua cidade imensa. E ao futuro dele, ninguém sabe o que reserva, a não ser claro a escravidão.

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Atualizando, anunciando, e continuando a saga dos gemêos em Thiago: A transformação




Bom, depois de uma pequena férias, volto a escrever as mais puras seriedades neste blog dedicado a alegria da familia brasileira, deixo claro que em grande parte , retorno ao blog por pedidos da Natália, então antes de mais nada, deixo aquele abraço para ela. E agora, vamos a alguns fatos como sempre antes de continuar a saga. A primeira coisa que citarei, é sobre a qualidade do transporte público urbano, que como todos sabemos é uma beleza (so usando para crer). Mas bem, estava a minha pessoa feliz (so vendo) , no sábado de manhã, cedo, no ponto a espera de um bus, para ir a clínica. Saio com mais de meia hora de antecedência (o que sempre faço) para não correr risco de atraso. E eis que eu não me atraso, mas o ônibus em compensação atrasou toda a minha meia hora. Mas beleza, saio cedo pensando em imprevistos. Dentro do bus, penso "próxima vez saio ainda mais cedo, para não ter erro" desisto em seguida, o ônibus, que seria o anterior ao meu, estava quebrado no ponto em que passamos. E vai os passageiros entupindo o bus. Seguimos xingando. Mas seguimos, pelo menos até o Bh shopping. Ao chegar lá, o inteligente do motorista, manda todos descerem , porque uma passageira estava passando mal, e ele, todo heróico, levaria ela ao hospital. Por que o gente boa não parou no Biocor já que passou por ele é que até agora tento entender. Isso é a maravilha do transporte público. Mudando de assunto, na minha época , barbeiros (não os motoristas, os profissionais), tinham fama de boiolas, mas não se enganem com os de hoje, pelo menos eu descobri, da maneira prática, que gomão é lutador de boxe, descobri claro levando um soco, mas zoeira a parte, já ta na hora dessa peça rara pensar na candidatura a vereador , votos não irão faltar, peça rara, mas gente boa pra caramba, ele pelo menos não conversa com o chaveiro em formato de animal, apelida o chaveiro de Godofredo, e fica trocando o maior papo, não é Naty? E falando nisto, ainda não tinha comentado nada da festa do Tum, que foi muito boa por sinal, que novamente me leva a agradecer a Natália, que em sua grande cara de pau, ligou para o bar, pedindo para chamar Manel, exatamente para tira-lo de lá e leva-lo a festa. E a primeira coisa, que ela faz ao me ver lá , foi o que? Cumprimentar? Abraçar? Claro que não, o primeiro ato, foi me colocar nas mãos, um copo de caipi-kiwi. E bebida de dose não faltou mesmo, tinha tanta que nem me lembro de quanto bebi (por que será?), e cerveja também tinha muita, até show particular, por conta do Tum rolou. Festa tem que ser assim. Muito bacana. E tinha uma galerinha variada e gente boa. Mas agora, deixando de lado os fatos, senão fico sem para a próxima postagem, vamos continuar a saga dos irmãos, para quem leu a de Vuco Vuco, o inicio é o mesmo. Sem mais papo, apresento Thiago : A transformação. Assim começam a vida de duas pessoas. Gêmeos siameses, nascem Manel e Thiago, em um futuro iriam mudar os nomes para Vuco Vuco e Sophia. A junção que os tornava siameses ocorria na lateral do fêmur, para que entendam. Mas o que importa. Após nascerem, por motivos não descobertos por este réporter/investigador, eles foram abandonados, em uma cesta claro, em uma rua deserta. Para sorte (ou não) de ambos momentos após, passava por aquela rua carros de um circo que acabara de sair da cidade, e o líder anão/palhaço viu ao cesto, resolveu parar e pega-lo apenas para guardar alguns itens, mas ao aproximar ouviu o choro duplo, olhou dentro e viu os gêmeos siameses. Logo o anão/palhaço pensou em usá-los como Freak Show de seu circo, e levou-os consigo. Passaram sua infância sendo exibidos como atrocidades, e a noite encarcerados em uma jaula. Não possuiam liberdade alguma, eram constantemente chicoteados. E todo o dia oravam, e pediam uma solução. Quando os irmãos completaram seis anos, em uma exibição, um milagre aconteceu. Viera a até eles o homem que seria o Salvador. Apiedado pela condição desumana vivida pelos irmãos o Salvador esperou a noite cair, e libertou-os. O trio partiu em uma fuga deseperada embrenhando-se em uma floresta que se estendia proximo ao local do em que o circo se instalara. Mas de longe , o trio já ouvia o inicio de uma perseguição aos dois. O Salvador, pensando rapidamente e percebendo que os irmãos moviam-se lentamente devido a junção, pega sua faca , e enquanto eles dormem, somente sendo perceptivel sua sombra, refletida pela fogueira, Salvador corta a junção, e joga àlcool para cicatrizar, queimando por cima. Aquilo gera um grito de dor profano pelos irmãos, que ouvido pelos perseguidores, obrigam aos três que reiniciem uma frénetica corrida em fuga. Porém o destino lhes destinava a separação, e após um período correndo, eles chegam a um dead end, uma cachoeira. Salvador captando a aproximação dos perseguidores, empurra-os cachoeira abaixo. Sem saber nadar, ambos degladiam-se para sobreviver na água. Mas não conseguem se manter unidos. E então divididos cada um viverá um história diferente. E aqui começa a segunda parte, na qual sabemos o destino de Thiago. Separado de vuco-vuco, Thiago debateu-se nas águas turbulentas, tentou nadar, e por fim, seu instinto de sobrevivência o levou a agarrar um tronco, e quilometros a frente, finalmente chega a terra firme, desmaiando exausto pelo cansaço. Acorda com o raiar do sol, seco, mas sujo e faminto, e resolve caminhar, fazendo um reconhecimento do local, não vendo nada que lhe auxiliasse, seguiu em uma direção aleatória, dias e dias a fio, alimentando-se da vegetação a vista, pequenas frutas, água suja de chuva, algumas minhocas, e vermes. Mas este bravo ser não desistiu e finalmente chegou a um vilarejo. A porta do vilarejo soldados que tomavam conta o avistaram, e apiedados pela situação de mendicancia aparente, permitiram a Thiago entrar. Sozinho, sem conhecimento de sociedade, em aparência precária, a vida era dificil a este bravo ser. Mas tão logo possível, ele aprendeu as leis sociais implicitas. Descobriu o valor do dinheiro, sua importância em troca. E descobriu que pela fala, e piedade humana, poderia conseguir alimento. Mas revoltado, e com motivos, sem saber de seu irmão, sem saber como viver , Thiago, agiu como qualquer pessoa agiria, tornou-se ladrão. Observava as pequenas damas, os altivos senhores, aguardava o momento correto, e por fim roubava carteiras e bolsas. Crescia razoavelmente feliz, dormindo na granja, sem que o dono percebesse. Mas com o passar do tempo, próximo aos seus dezoito anos, e aborrescente que era, Thiago percebeu duas coisas. Primeiro: Pequenos furtos não o levariam a lugar algum. Segundo: Se roubasse algo de enorme valor como o castelo do senhor feudal que ali habitava, nunca mais poderia voltar aquele vilarejo. Cedeu a ambição, e marcou consigo mesmo a data, ao completar dezoito anos roubaria o castelo se presenteando. Planejou no tempo em que lhe faltava, e na data executou seu plano com sucesso, esperou a noite chegar, invadiou o castelo, matando aos que se opunham no caminho, roubou várias joias e fugiu. Na fuga, quando passava por dos inumeros quartos, uma estranha luz verde, chamou-lhe a atenção, e fez com que ele se encaminhasse em direção a ela. Viu-se em um quarto, com uma bela jovencita dormindo, e ao seu lado um estranho colar de pedras verdes brilhantes. Pegou o colar, e por falta de locais no qual colocar para a fuga, o usou. Mas ao coloca-lo no pescoço uma aurea maligna apossou-se de sua mente. Pensamentos maléficos surgiam. Olhou para a jovencita com deleite nos olhos . Sem conseguir se controlar, pulou para cima, e esbanjou-se com a jovencita. De nada adiantava os berros, a luta, ele não se continha. Mas quando já no fim de tanta sacanagem, a jovencita consegue arrancar lhe o colar quebrando-o todo. Thiago, recupera a consciência, percebe o ato, e imediatamente põe-se a correr. Desperado, so se lembra de carregar as jóias, e esquece de suas roupas. Quando por fim, fora do castelo, percebe sua nudez, rouba as roupas de um varal, e foge mata afora do vilarejo. O que ele não sabia, e que logo descobriria a contragosto, era o fato de que a jovencita a qual abusou, era filha de uma poderosa feiticeira, a qual havia criado o colar para proteção de sua filha. E quando a feiticeira, percebeu o pecado cometido pela filha, resolveu vingar-se, e pensou que justiça seria olho por olho , dente por dente. Lançou então uma terrível maldição. Nas palavras da feiticeira, em frente aos seus artefatos mágicos: "Deuses antigos , eu sua filha que os serve vêm aqui lhes perdir um favor, peço-lhe que condenem ao homem que da minha filha abusou, causando a ele o mesmo mal, que a ela acometeu, e que ele saiba o por que de tanto sofrimento." Ao termino da conjuração, que obviamente foi mais longa, com dia nascendo, no meio de uma floresta, Thiago acorda suando, percebendo que fora amaldiçoado, e lembrando-se que em seu sonho vira toda a conjuração. Mas abandonou seus medos, acreditando tudo não passar de um sonho. Caminhou ao longo do dia, e para sua sorte (ou azar como veremos) achou ainda de dia novo vilarejo. Entrou, e de forma apropriada, procurou descobrir aonde poderia vender as joias. Descobriu então que a noite, em uma taverna, um ilicito comerciante, compraria as joias de procedencia duvidosa. E nosso bravo herói, foi a taverna, sentou-se a mesa, pediu carne de javali, pediu uma jarra de vinho e esperou a noite cair. A medida que o tempo passou, vários bárbaros, vandâlos, bandidos, etc adentravam o estabelecimento. Faltava apenas o comerciante, que de acordo com a descrição dada a ele ainda não chegara. E eis que exatamente a meia noite, tal qual cinderela, a maldição toma forma, e em um segundo único, em meio aos cafajestes de vida vazia, uma luz percorre-lhe o corpo, ele levanta-se agitado, mas é tarde, em um único segundo suas roupas desaparecem, e seu corpo se transforma em uma frágil donzela. Os cafajestes de vida vazia olham em sua direção com olhos de deleite, caminham em sua direção, Thiago/Sophia pula em direção a espada. Começa então uma luta feroz, mas pobre bravo(a) jovem, diante de inúmeros inimigos, cai tombando, e é obrigado a saciar os desejos dos cafajestes de vida vazia. Quando o longo dia começa a acabar , quando enfim da-se meio dia, novamente seu corpo se transforma. Novamente homem, revoltado, puto(a), põe-se a correr daquele vilarejo. E passa deste momento em diante a esconder nas selvas em isolada rebelião, determinando se seria possível livrar-se da maldição. Mas ao que aparentava isso era impossível, todo dia , a meia noite se transformava em Sophia (nome o qual adotou) e meio dia retornava ao seu corpo natural. Pelas vilas em que passava roubava roupas variadas, calças , calcinhas, e cuecas e eventualmente alguns absorventes. Nunca entrava em contato com outros humanos, temeroso de sua condição. Em uma de suas empreitadas a busca de absorventes, ouve uma conversa, em que dois sujeitos dizem que no ao extremo sul daquele vilarejo um poderoso mago habitava. Prevendo uma solução o duplo ser encaminha para o local , aonde estaria o suposto mago. Depois de muitos dias, aprendendo a lingua dos animais, comendo junto a eles, encontra o mago. Explica-lhe a situação constrangedora, o mago, lhe diz que ajudaria, mas cobraria um preço, o duplo ser ainda com alguma joias retira um rubi, o mago lhe diz que não precisaria, iria cobrar o preço tão logo se transformasse em Sophia. Muito sofrimento depois, Thiago, o duplo, descobre que para se libertar da maldição, precisaria encontrar um cavalo de oitos patas, veloz o sufiente para percorrer longos caminhos, uma espada forjada em fogo e gelo, para arrancar o coração da feiticeira, a proteção da mulher árvore, e reencontrar seu irmão, pois so o poder dos dois unidos poderia quebrar a maldição. Embriagado de felicidade por poder livrar-se de tal infelicidade, Thiago, o duplo, inicia sua luta. A principio em sua caminhada, conseguiu até meio facilmente, encontrar a mulher árvore, dificil foi lhe conseguir a proteção, mas quando essa viu o que lhe ocorreu ao transformar-se em Sophia na frente de ogros, ela cedeu a proteção. E indicou-lhe aonde estaria o cavalo de oito patas. Seguiu então o jovem, em direção ao local do cavalo. Novamente encontra-lo não foi dificil, embora doma-lo seja outros quinhentos, mas no fim conseguiu, e junto ao poderoso cavalo pode por fim percorrer longas distâncias em pouco tempo, embora isto em nada ajudasse em sua tortuosa tarefa. Mas impiedoso, revoltoso, matava a quem pudesse para conseguir as informações de onde poderia estar a espada forjada de fogo e gelo. Quando estava a beira de desistir a sorte lhe sorriu e indicaram- lhe o caminho. Pode então encontrar a espada, e com uma luta inacreditável, com vários elfos que protegiam a espada pode por fim seguir sua jornada, agora faltava apenas reencontrar seu irmão a muito perdido. E embora muito tempo de passou, muitas cabeças rolaram, muito suor, com o tempo reuniu informações suficientes para encontrar vuco-vuco, que como sabemos estava aqui em Nova Lima, com seu cinto de castidade. Mas demorou tanto tempo ao duplo ser para reencontrar seu irmão, que o cinto já não mais existia, a princesa, com sotaque puxado já salvou do tédio vuco-vuco, e viviam felizes. E infelizmente ao duplo ser, ele chegou a cidade em que estava seu irmão, somente a noite, já como Sophia, e ao tentar aproximar-se de vuco-vuco levou várias sopapos, da princesa de estranho sotaque, que não acreditou em momento algum, por motivos obvios, ser aquela o irmão perdido de vuco-vuco. Quando finalmente se transformou em homem, reconhecido por vuco-vuco, festejaram o reencontro, beberam, sorriram. Explicada toda a situação e maldição, a vuco-vuco, o mesmo decide ajudar ao seu irmão. Montados no poderoso cavalo, foram ao encalço da terrível feiticeira, seguidos de perto por dois corvos, abençoados pelos deuses. Encontraram-na arrancaram seu coração, quebraram a maldição. E posta um fim na maldição, retornaram a Nova Lima. Vuco - Vuco e o duplo viveram felizes ai. Vuco- Vuco com sua princesa. O duplo, criou um fábrica de absorventes baseando-se em suas experiências passadas, nomeou a fábrica de acordo com suas condições, ou seja a chamou de Sempre Livre, enriqueceu. E em algumas noites, com saudade de seu ser feminino, traveste-se sem que ninguém veja, mas isto é uma outra história... E agora anunciando, o carnaval esta chegando, é no inicio de fevereiro, no inicio de janeiro divulgo o valor das tradicionais festas, pré taioba, pré marilou e churrascão de cinzas, e já peço com antecedência que fiquem atentos e paguem antecipadamente para que se possa comprar tudo. No mais até semana que vem pessoal. Ps: Nas fotos, a de cima mostra de forma clara Thiago segurando o taco, na segunda, é ele pensado: "humm, que merda eu fui arrumar ao conhecer este escritor maldito..." Te mais ver pessoal.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Raios , relampâgos e trovões e Manel: União e divisão


Bom, primeiro as notícias da enquete, em uma virada impressionante, lutando ponto a ponto, Dedé ultrapassa Molusko, e Cisterna, se consagrando vencedor e passando consequentemente ao segundo round, e pouco a pouco , defini-se quem será o Rocky da turma. Quanto a festa de noivado de bichim, fiquei de comentar, então vamos lá. Além de ter sido divertida clara, vamos as características deste blog, o humor. E nisto é importante destacar a trilha sonora da festa. Virei expert em música romântica antiga. Horas ouvindo elas. E só elas. Quando tinha um intervalo, iniciava a produtiva discussão semântica, iniciada e propagada por Che e Lêonidas, sobre as diferenças entre raios , relampâgos e trovões, até ângulo neles já estavam sendo avistados, embora até agora eu tente entender como conseguiram medir os mesmos ângulos. E no segundo intervalo importante, Bichim, para tudo, vai fazer o pedido de noivado, não, e eu disse não se ajoelha , trava, e não consegue dizer quase nada. A sua noiva solta um gélido olhar, que na mesa logo traduzimos como; ele vai ficar sem sexo durante um bom tempo. E teve a festa de Thiago e Manel esta semana. Que foi bem interessante também. Naty arrumou um bolo, e balões combinando com a personalidade dos dois, balões rosas. A garçonete ficou com inveja , e não parava de brincar com os balões. E o inteligente aqui pega ovos para acertar os aniversariantes e consegue quebrar um em seu próprio bolso. Resto da noite fedendo a ovo. E como não poderia deixar passar batido. Dois fatos sobre cisterna. Primeiro a cantada genial que lhe deram: - "você come rato? Não por que? Por que você é uma gatinha" Dureza. E essa mulher tem idéias gênias também. Avista em seu bairro meninos pedindo doces de porta em porta fantasiados, tipico de halloween americano, e o que ela faz , junto a um amigo? Arrumam lençois furam nos olhos, vestem prendendo com óculos de nadador, e saem rua afora, de fantasmas, pedindo cachaça, de bar em bar. Isso claro depois de afanar alguns doces das crianças. Esse mundo ta mesmo é perdido. E agora para o bobografia. Manel: União e divisão. Assim começam a vida de duas pessoas. Gêmeos siameses, nascem Manel e Thiago, eu em um futuro iriam mudar os nomes para Vuco Vuco e Sophia. A junção que os tornava siameses ocorria na lateral do fêmur, para que entendam. Mas o que importa. Após nascerem, por motivos não descobertos por este réporter/investigador, eles foram abandonados, em uma cesta claro, em uma rua deserta. Para sorte (ou não) de ambos momentos após, passava por aquela rua carros de um circo que acabara de sair da cidade, e o líder anão/palhaço viu ao cesto, resolveu parar e pega-lo apenas para guardar alguns itens, mas ao aproximar ouviu o choro duplo, olhou dentro e viu os gêmeos siameses. Logo o anão/palhaço pensou em usá-los como Freak Show de seu circo, e levou-os consigo. Passaram sua infância sendo exibidos como atrocidades, e a noite encarcerados em uma jaula. Não possuiam liberdade alguma, eram constantemente chicoteados. E todo o dia oravam, e pediam uma solução. Quando os irmãos completaram seis anos, em uma exibição, um milagre aconteceu. Viera a até eles o homem que seria o Salvador. Apiedado pela condição desumada vivida pelos irmãos o Salvador esperou a noite cair, e libertou-os. O trio partiu em uma fuga deseperada embrenhando-se em uma floresta que se estendia proximo ao local do em que o circo se instalara. Mas de longe , o trio já ouvia o inicio de uma perseguição aos dois. O Salvador, pensando rapidamente e percebendo que os irmãos moviam-se lentamente devido a junção, pega sua faca , e enquanto eles dormem, somente sendo perceptivel sua sombra, refletida pela fogueira, Salvador corta a junção, e joga àlcool para cicatrizar, queimando por cima. Aquilo gera um grito de dor profano pelos irmãos, que ouvido pelos perseguidores, obrigam aos três que reiniciem uma frénetica corrida em fuga. Porém o destino lhes destinava a separação, e após um período correndo, eles chegam a um dead end, uma cachoeira. Salvador captando a aproximação dos perseguidores, empurra-os cachoeira abaixo. Sem saber nadar, ambos degladiam-se para sobreviver na água. Mas não conseguem se manter unidos. E então divididos cada um viverá um história diferente. Aqui conto a de Manel. Este acordou em uma cama, em um estranho vilarejo, de pessoas com orelhas pontudas, embora gentis. Tentou se mover mas seu corpo doía. Entrou no quarto um linda donzela, trazendo-lhe chás e trocando-lhe os curativos, explicou, que encontraram-no a beira do rio semi-afogado, e que ela lhe salvara. A linda donzela diz seu nome, e pergunta o mesmo a Manel, que não conseguindo se recordar do nome dado a ele pelo anão/palhaço e sem lembranças alguma anteriores aquela, diz isso a donzela. Enquanto se curava, a relação entre a linda donzela e aquele menino cresce, e então a donzela resolve que passaria a cuidar dele. Da-lhe o nome de vuco-vuco. Ensina-o a ler e escrever. Ensina os segredos daquela tribo, que exerciam mágica. Ensina-o os segredos da mãe Terra. E crescia vuco-vuco, cuidando das plantações, treinando magia, e se divertindo com os outros catarrentos da tribo. Mas o destino não lhe permitia sorrir por muito tempo, ao completar treze anos , uma tribo nomâde de passagem por ali, a tribo dos homens de orelhas normais, mas narizes contundentes, fez o que fariam em qualquer tribo. Invadiram, e destruiram, e embora a tribo das orelhas pontiagudas de vuco-vuco usasse magia, eles foram pegos de surpresa. A linda donzela, ouvindo aos gritos externos a casa, teve tempo ainda de mandar vuco-vuco se esconder. Mas de nada adiantou sua ordem. Ao invadirem sua casa, os bárbaros nomâdes começam a estuprar a linda donzela, vuco-vuco desesperado parte aos berros lançando magias, mas logo é dominado. Impressionado pela coragem dele, o líder dos narizes contundentes, resolve faze-lo novamente escravo. Queimam o vilarejo. Partem levando vuco-vuco. Este em sua mente começa a alimentar planos de vingança. Os narizes contundentes levam-no para trabalhar em uma mina, junto a outros escravos. Durante dois anos vuco-vuco, trabalha, é chicoteado, mas nunca deixa de pensar em sua vingança. Embora não saiba como encontrar os nomâdes, que tão logo o venderam ao líder da Mina partiram, a disposição ferrenha da vingança, faz com que vuco-vuco consiga arrancar as correntes que o aprisionam, apossando de uma picareta ele arremessa a arma na garganta do captor, corre a ela, pega, libertando mais escravos, e aproveitando a confusão foge. Começa então uma jornada no meio das florestas, vivendo de pequenos animais, frutas , falta de higiene, e muita masturbação. Sem saber em que direção exata seguir, faz o que um perdido qualquer faria, segue para aonde seu nariz aponta. E depois de dias na floresta sobrevivendo como citado, avista uma fogueira ao longe. Corre em direção a fogueira, e encontra uma pequena cabana. Começava, sem que ele soubesse seu primeiro teste. Ele sem pensar abriu a porta adentrou a cabana, mas não avistou ninguém somente tigelas com um estranho mingau. Cansado e faminto, pegou o mingau que achava ideal, o de cor rosada, e tomou ao mingau. Começou a ouvir então vozes se aproximando, tentou fugir, mas estranhamente tudo a seu redor aumentava, e enquanto via que entravam pela porta uma familia de ursos, ele percebeu que havia ficado do tamanho de um rato. E como um rato, percebeu uma minúscula porta, na qual poderia se esconder; abriu-a e adentrou. E antes que pudesse refletir, caiu em uma cidade de minúsculas pessoas, que habitavam lado a lado com ratos falantes. Desesperado, e sem fonte de cantar uma bela canção, senta-se a margem do rio que corta a cidade, e chora. Uma multidão o avista e se aproxima, explicam a ele que aquele é o castigo mágico dos ursos, para quem lhes roubava a comida. Ele conta sua história, revela seus desejos vingativos. Tentam-lhe convencer que não o fizesse, não conseguem. Falam-lhe então, que além daquele vilarejo, seguindo ao norte, um mágico poderoso , conseguiria faze-lo crescer novamente, mas que nunca ninguém havia retornado da jornada ao mágico, seja por terem saido daquele local grandes novamente, seja por terem morrido, não o sabiam. Vuco-vuco não se importa e parte ao norte ao encontro do mago. Vê uma trilha de tijolos amarelos, escolhe uma direção e parte. Durante muito caminhar, encontra um demoníaco ser destruindo um vilarejo, parte então a defesa do vilarejo, conjurando magias, invocando sua arma mágica a espada rosa de sakura. Forte do trabalho escravo, determinado pela vingança, em uma luta atroz, vuco-vuco consegue deter o demoníaco ser, mas cai sem forças. Acorda novamente em uma cama alheia, com uma linda donzela de olhos puxados lhe encarando. Olhinhos puxados como era chamada a linda donzela, diz que a villa agradecida, por dias a fios trabalhou em sua cura, e que ele estava na casa de seu pai, terminando a recuperação. Os dias passam, vuco vuco conhece o pai de olhinhos puxado, que lhe diz ser um antigo guerreiro, embora não mais conseguisse lutar pela idade. Vuco vuco passa então a treinar com ele, para não mais quase morrer em batalha. A jovem olhinhos fechados oferece seu amor a vuco-vuco, mas o mesmo recusa alegando que praticaria a castidade até se vingar, e depois casaria com a mulher que o amasse. Olhinhos fechados achou aquilo muito demorado e cansativo e foi procurar outro menos bobo. Completo o treinamento, vuco vuco parte novamente em direção ao poderoso mago. Avista belas donzelas, lindas ninfetas, ninfetinhas , mas nada lhe demove do caminho. O mago ouvindo falar de sua incrível (e besta) determinação, encontra-se com vuco vuco. Concede-lhe seu desejo, e ainda mais do que este queria. Permite não somente o retorno do tamanho, e ao local de que viera, como também, o envia por teleportação ao local no qual os nomâdes estavam. Vuco- vuco realiza então sua sangrenta vingança, matando todos os nomâdes, libertando suas crianças, e mulheres. E esperando agradecimento, vuco-vuco é supreendido, pelas mulheres querendo castra-lo, e se coloca a correr. Passa então a buscar um local de oração no qual pudesse se redimir de todo sangue em suas mãos, encontra o vilarejo perfeito, chamado então de Villa Nova. Passa a dedicar sua vida a oração, e a busca de uma princesa encantada que pudesse quebrar a maldição do celibato. O tempo passa, o vilarejo vira cidade e muda seu nome para Nova Lima, o celibato se mantém, e vive ai em orações este estranho personagem, que nas horas vagas se diverte jogando sinuca. Neste meio termo, reencontra seu irmão gemêo, mas esta é uma outra história que será reportada na próxima semana. Por enquanto é so pessoal, e até um novo amanhecer.

quarta-feira, outubro 31, 2007

Notícia rápida

Desculpem o transtorno o blog passa por um reformulamento. As notícias continuam (ler post baixo). Inserida uma novidade, enquetes semanais, com opções de quatro respostas, sendo que o (a) vencedor (a) passa ao próximo round. Agradeço a compreensão.

A menina do fim de semana e Natália: Mito e realidade




As notícias deste fim de semana, embora não tenham sido muitas, mas foram interessantes, e se concentraram principalmente na nova menina que anda com este pessoal que não vale nada. Para quem não saiu (ou não sai mesmo) com a gente e ainda assim lê, deve estar se perguntando quem seria esta nova menina. Bom posso dizer, que não é nova e atendia a pouco tempo, com nome de homem, com as iniciais de TM, e está quase na data de seu aniversário, mas por motivos não identificados, resolveu mudar de identidade. Ou pelo menos foi isso que nós fizemos parecer quando o (ou seria a) mesmo(a) disse que era Sophia, Sophia de Saúvador. Qual a intenção ao dizer isso não sei. Mas que a partir de então ficou conhecido(a) como Sophia, isso ficou. E quase todas as palas foram dedicadas neste fim de semana a carismática pessoa de Sophia. Frases sempre gênias como : "Não estou bebâdo, to bebauo." (Se entenderem essa me avisem). Outra para compreensão a poesteriore desta menina : "mais uma mulher que eu perdi a chance de infectar e essa foi a menos pior." (Infectar com o g vírus será?). Para se redimir no domingo Sophia foi trabalhar de babá, ou pelo menos isso que aparentou, quando ela ligou, com cleone gritando que iria para a fila do algodão doce, e um monte de criança berrando. Mas o mundo não gira em torno dela(e) ainda bem. Tem mulher (mas de verdade), como a cisterna, que anda pirando (embora já seja maluca, o caso agora ta ficando sério), mas antes de suas loucuras, vamos a uma frase reduntate da mesma: "O chamado me chama" (aprendeu ouvindo narração de babão rueno). Bom salve a frase, as loucuras. Primeiro o fato que ela ao chegar em casa (nem precisa citar a situação), foi apagar (dormir é pouco) mas o lençol a incomodava, como uma pessoa sensata que o é, fez o que deveria xingou o lençol, mas como esse não respondia de modo algum (por que será), partiu para a porrada. Depois satisfeita com o entrave foi apagar. O outro estado de insanidade apresentado por ela , eu não estava presente, e por isso mesmo se apresenta como delírio. Foi no domingo, comigo tranquilo em minha casa, mas na mente insana dela, eu estava no bar bebendo e chapando junto a ela e aos outros. Esta foi anotada por vuco vuco. E eu tenho medo de saber que tipo de bate papo minha imagem cósmica psiquica projetada, estava a falar no bar. Se minha versão normal já não é muito "normal" assim, minha projeção astral então, eu mesmo tenho medo. E por isso, no post de hoje, tentando compreender o por que das alucinações da cisterna, irei investigar o passado da mesma, no que eu chamo de Natália : Mito e realidade. Para poder, investigar profundamente a história de vida, desta maluca, foi preciso muitos dados históricos, e um profundo conhecimento da realidade, para conseguir destinguir o mito, do real, e da alucinação. Peguemos pelo nome, Natália. Este é o nome comercial dela hoje, tal qual cisterna. Mas o verdadeiro nome se perdeu nas brumas do tempo. Pude averiguar alguns, o que com certeza pode chocar alguns ao descobrirem, mas o compromisso com uma biografia real, me impele a dizer os nomes. Ao que pude constatar, sua infância começou na Grécia antiga. Mas pouca coisa sabe-se deste período, fatos confirmados foi que estudou com Socratês mas abandou a escola quando o mesmo lhe perguntou se ela entendia o que ele estava a ensinar e ela lhe respondeu "eu sei que nada sei". Socratês desesperado (já havia tentado explicar a mesma teoria milhares de vezes) suicida, através do enforcamento. Seu díscipulo Aristoteles, achando aquilo ótimo (subia de posto, de díscipulo a professor), adotou a jovem cisterna (a sociedade queria expulsa-la). Mas fato é que Totinho (como Aristoteles era chamado por ela), bebia e muito, álcoolatra inveterado, e isso com certeza ele soube ensinar a sua púpila. Cisterna crescia aprendendo a beber como ninguém, abençoada por Chuck, Zeus, Baco, e outros. O problema é que Totinho, vendo seu estoque acabando pela boca de cisterna, a proibe de beber. Mas a vingança não tardaria. Aproveitando-se da bebedeira de seu mestre, cisterna o aprisiona em uma caverna, bebe todo seu estoque, e quando percebe que esta só, e sem bebida, resolve partir em uma peregrinação. Totinho depois nunca mais bebeu, e escreveu livros, contendo uma tese da caverna. Por sua vez cisterna, resolveu mudar-se para בית המקדש , conhecida hoje como Jerusalém. Durante um tempo, nenhum novo fato me foi apurado, ao que sei cresceu normalmente aí. O único fato interessante, no inicío de sua estadia em בית המקדש , foi que fugindo da perseguição de evil Totinho, mudou seu nome para Maria, e adotou o sobrenome de Madalena. O tempo passou, e surgiu nessas terras um profeta, chamado de filho de Deus, conhecido por Jesus. Interessada neste profeta, Cisterna busca a sabedoria em seus conhecimentos. Firma uma amizade duradoura com o mesmo. Segue - o pelo resto de sua vida (a vida dele, por que todos sabem vaso ruim não quebra e ela ta aí até hoje), não entrarei nos detalhes desta fase, por que muitos sabem. Basta dizer um dos fatos, Jesus confiava tanto nela, que lhe revelou que Judas o trairi-a, e de que nada poderia ser feito por que aquele era seu destino. Cisterna desesperada, resolve alegrar a vida de J.C, e durante a santa ceia, faz um strip, alegrando a J.C e compatriotas. Com a morte deste e enlutada, M. M, agora adotando o nome de Natasha isola-se em países como a chamada hoje Росси́я, ou Rússia. Nada se tem a dizer de sua estádia em tal local. Sabe-se apenas que foi uma fase de sofrimento e pesar. Mas superando sua dor, bem mais a frente no vórtice temporal. Depois de muita labuta comunista, parte Natasha para outros lugares, e estabiliza-se na Inglaterra , alterando o seu nome para Morgana. Reza o mito, que conheceu Dedé por estes tempos, mas nada do qual pude constatar. Fato é que se dedicou aos estudos Wiccas e claro e encher a cara com qualquer coisa que contivesse álcool. Embora muito tempo se passasse em seus estudos, e de sua vida corressem aí, cansada de ali ficar, e ouvindo boatos da descoberta de um novo embelezador , por uma mulher chamada Elizabeth Bathory, na cidade de Nyírbátor, no país chamado de Magyarország (ou Hungria). Adota o nome então de Erzsebet Antonieta e parte para lá. Cria amizade com a Elizabeth, e descobre seus métodos suaves de assassinato, e uso do sangue para rejuvenescimento. Utiliza-se destes métodos pelo resto de sua vida. Cansada de sua vida neste local, nossa heroína volta a Росси́я (Rússia). Único fato marcante então, de sua vida foi uma posterior amizade, e influência que exerceu em Catarina. Mas a vida era bem normal, muita vodka (motivo pelo qual voltou para lá) tudo bem tranquilo. Como todos os loucos , pirados, semi pirados e malucos de plantão, algum tempo depois de Catarina morrer, ela ouve falar de um tal de Brasil, e de como aqui era tudo liberal. Lógico, sem sua amiga, cansada de países cheio de firulas, embarca para cá. E nunca mais sai daqui. A vida e estadia aqui foi um tanto quanto nebulosa de pesquisar. Todas as informações indicam que se dedicou a sua plantação (que por motivos obvios diremos que é de pinguim), usou e abusou dos homens que podia, bebeu tudo o que conseguia e que contivesse álcool, brigou com lençois, enxergou pessoas imaginárias, projeções astrais, e tudo o mais. Como todo louco, um imã magnético super poderoso, já nos anos quase presentes, a atraiu a Nova Lima. Única cidade do mundo com âmpolas do mal, seres imaginários e muita farra. Desde então permanece por aqui com seus novos amigos (imaginarios ou não), e salve com o seu lençol, se relaciona bem com todas as outras pessoas. Por hoje fico nisto, mas não citei ainda a festa de Bichim, deixo isto para o próximo post, apenas por que falar da sophia era de importância extrema. Depois cito a festa, raios , relâmpagos e trovões, e cito uma nova bobografia. Inté mais pessoal. E se avistarem qualquer anúncio, ou mensagem do google, cliquem. Não custa nada, e depois faço virar cerveja.